Menino em espanhol

2/abr/2019 - Explore a pasta 'Mensagens em Espanhol' de franciellecarolineazevedo, seguida por 132 pessoas no Pinterest. Veja mais ideias sobre Mensagem em espanhol, Mensagens, Espanhol. Guia de pronúncias: Saiba como pronunciar menino em Português, Espanhol com a pronúncia nativa. menino Tradução Inglês. Muitos exemplos de traduções com 'menino' – Dicionário português-espanhol e busca em milhões de traduções. tradução menino em espanhol, dicionário Portugues - Espanhol, consulte também 'menino',menina',meio',mencionar', definição, exemplos, definição Traduções em contexto de 'menino' en português-espanhol da Reverso Context : é um menino, um bom menino, menino é, menino bonito, lindo menino menino - Diccionario Portugués-Español online. Traduções principais: Português: Espanhol: garoto, menino, menino From the English 'boy' sm substantivo masculino: Substantivo exclusivamente masculino.Ex. 'ator', 'menino', etc. Aqui encaixam-se também os substantivos compostos compostos. Exemplos de uso para 'menino' em espanhol Essas frases provêm de fontes externas e podem ser imprecisas. bab.la não é responsável por esse conteúdo. Portuguese Imaginem que foram violados e estão a criar um menino . Nomes de Meninos em Espanhol Os melhores Nomes de Meninos em Espanhol você encontra aqui. Confira os Nomes de Meninos em Espanhol mais bonitos e escolha o seu. No momento em que você vai escolher um Nomes de Meninos em Espanhol, lembre-se de optar por um nome de fácil pronúncia e principalmente que seja fácil de escrevê-lo. Traduções em contexto de 'o menino' en português-espanhol da Reverso Context : o meu menino, é o menino, o menino é, o nosso menino, o menino jesus Exemplos de uso para 'meninos' em espanhol Essas frases provêm de fontes externas e podem ser imprecisas. bab.la não é responsável por esse conteúdo. Portuguese Se quiser fazer um pequeno script para que faça sempre isto, simplesmente arrasto estes meninos e meto-os a andar.

Currículo para ser mod.

2020.09.12 22:27 biscoito88 Currículo para ser mod.

Boa tarde gau e tribo.
Sou super seu fã e adoraria ser mod do server, sendo pago ou não. Sou um menino novo e cheio de sangue. Acho q posso ser um mod necessário pois tenho diploma em espanhol (DELE) e falo inglês fluentemente, tendo morado 2 anos na Guatemala, próximo dos EUA. Estou pronto pra taxar safado que vai dar hate em língua estrangeira.
Um abraço!
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2020.08.04 05:37 eduardaaq_ A MOÇA CRISTÃ QUE OUVIA ONE DIRECTION

Olá Luba, editores, gatas, possível convidado(que é provável que não tenha, pois estamos respeitando o distanciamento) e turma que está a ver.
Hoje é um tutorial de como ser crente e ouvir One Direction! Brincadeira, mas vou contar o quanto uma família extremamente religiosa afetou minha vida e o quanto eu era privada de várias coisas por não serem de Deus.
Até hoje sou apaixonada por One Direction, principalmente pelo Harry que é meu crush desde que eu tinha 11 anos.
Sempre fui na igreja com minha família, pq minha mãe nunca me deu a opção de escolha se eu queria isso ou não, pois alegava que eu não tinha cabeça para decidir isso quando criança. Porém, em 2012 vi um clipe de uns meninos na praia e quem disse que eu parava de ouvir as músicas deles. Fiquei louca e fanática, ouvia as músicas deles no sigilo por medo de alguém ver eu ouvindo algo que não fosse cristão e ser repreendida por isso.
Meses antes de eu conhecer minha banda favorita, sim gente, eu tenho 19 anos e ainda sofro por One Direction, mas isso não vem aí caso agora, mas meses antes eu assistia uma novela na Disney, Violetta, e tinha muitas músicas em espanhol. Minha mãe viu as músicas em meu celular, me bateu, privou o canal para eu nunca mais assistir e começou a revisar meu celular toda noite para ver o que eu estava ouvindo.
Eu queria ouvir One Direction, meu sonho até hoje é conhecê-los, sempre quis ir em um show. Tive a ideia mais incrível e nunca fui descoberta KKKKKKKKK, alterei os títulos de todas as músicas do meu celular para Aline Barros KKKKKKK ela não ouvia a música, só lia o título.
Agora já se passou muitos anos disso, vivi minha adolescência inteira me privando de muitas coisas que realmente queria fazer por conta da religião da minha mãe. Perdia festas de 15 anos das minhas amigas que não eram da igreja, não pude fazer uma festa para mim de 15 anos e essa foi a minha maior dor. Agora sou uma mulher adulta e não sigo a mesma doutrina, tenho minha casa e meu trabalho, mas só pude ser livre para ser quem sou quando sai de casa.
Beijos Luba, se leu minha história, espero que meu plano infalível seja divulgado para o mundo KKKKKK, se não leu paciência KKKKKK ah se você leu, manda um beijo pro meu filho/gato, o Robert Wilson!
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2020.06.23 16:00 drimougui Meus White problems

Olá Luba, editores e turma, Luba por favor leia essa história com um sotaque não xenofóbico do interior de Goiás. Em 2016/2017 ganhei uma bolsa de estudos em Portugal e, como típica intercambista BR aproveitei pra fazer um mochilao de uns 15 com moedinhas contatadas, como disse, era bolsista e não rica.
Em Roma, acabei conhecendo uns amigos de uma amiga, também brasileiros, me diverti muito com eles e caminhamos por toda a cidade no meu primeiro dia lá, no segundo, fomos ver o papa. Não sou católica, mas fui pelo rolê. Depois da missa, nos separamos, eu peguei um metrô pelo Coliseu e Fórum romano. Comprei o ingresso para as duas coisas e comecei a visita pelo coliseu.
Eu tava lá andando de boas parei pra tirar uma foto.... CADÊ meu celular? Imagina o desespero dos minutos seguintes. Tentei falar com um guarda, mas ninguém falava português ou inglês. Tentei falar com uma guia italiano que falava português, mas ela só virou pra mim e disse que eu deveria ser mais cuidadosa. No meio do meu desespero, eu não conseguia falar com ninguém e ainda fiquei perdida lá dentro, aquele lugar era redondo e perfeitamente simétrico e não importava em qual direção eu fosse eu não conseguia sair dali. E aí passou uma família norte americana que tentou me ajudar, me tranquilizaram e saíram em busca da administração. Nesse meio tempo, alguém passou e me disse, por gestos, que tinha encontrado meu celular e deixado em algum lugar. Nisso o casal norte americano voltou e me levou pra ligar pra polícia, como interprete, uma pessoa que falava um espanhol precário se apresentou. Eu cheguei a falar com a polícia antes de conseguir explicar que alguém havia encontrado meu telefone e deixado em algum lugar. Quando expliquei isso, finalmente me levaram pra um lugar onde alugavam guias eletrônicos e meu celular estava lá. Parece um belo final feliz né?
Bem, tudo esse drama era por um telefone que estava sem chip europeu, sem touch e que só servia para fotos. Sim, eu gosto de fotos. Minha comunicação com o mundo nesses dias se dava com um tablet que eu tinha na época, apenas em locais com WIFI grátis. Em fim, depois desse apuro o fórum já estava fechado e eu não pude aproveitar meu ingresso, mas continuei passeando pela cidade até que choveu e tive que voltar pro hostel molhada em pelo inverno europeu. No hostel, eu doei meu ingresso pro fórum romano e descobri que meu passaporte tinha molhado e borrado a foto.
Aquele era meu último dia na cidade e eu já tinha desocupado minha cama pela manhã e não poderia nem tomar um banho. Mas o cara do hostel foi muito legal, me fez um chá e me deixou ficar por lá, na sala, até o momento em que meu ônibus por aeroporto chegasse. Meu plano anterior era “dormir” na estação de trem.
Quando finalmente cheguei no aeroporto, fui toda feliz pegar meu avião pra Paris, próximo destino. Passei minha passagem no leitor e….vermelho, tudo bem, tentei mias uma vez e… vermelho novamente. Fui tirar a dúvida com o rapaz da ryanair. Perguntei pra ele o que tinha de errado e porquê minha passagem não estava passando. Ele pegou ela, olhou e olhou e de repente encontrou o problema:
_ Its to 26, today its 27.
Exatamente, e deveria ter ido embora da cidade no dia anterior. Para piorar, o custo da passagem emergencial era de 90 euros (a passagem mais cara que eu tinha comprado até então foi 25 euros e já era o dobro da maioria).
Sentei num canto e fui pensar no que fazer. Depois de Paris meu próximo destino era Milão, então eu resolvi que iria direto para Milão de ónibus. Consegui conversar com aqueles amigos do começo da história e eles concordaram em guardar minha mochila onde estavam hospedados. Feito isso, olhei meu mapa (de papel) para a rodoviária e pensei: Posso chegar lá de a pé. E fui. Obviamente eu me perdi. Fui parar num bairro com nome da rodoviária, mas não na rodoviária. Um moço na rua me disse que eu iria ter de pegar o metrô, mas eu não precisava gastar 4 euros com um mero metrô.
Na universidade de Roma consegui internet e descobri o local exato da rodoviária. Salvei o trajeto e fui. O caminho até lá incluía um looongo caminho por uma highway com uma calçada estreita. Caminhei vários quilômetros com nada mais por perto além de carros em alta velocidade até chegar até tipo uns 50 metros da rodoviária. Mas entre eu e ela tinha um viaduto. Um viaduto sem calçada, sinal ou faixa de pedestre. Não vi como passar por ali sem morrer. Então eu voltei por todo o caminho até a estação e peguei um metrô até a rodoviária. Comprei passagem para Milão saindo as 23h.
Aproveitei que tinha comprado um passe diário do metrô e fiquei indo em todos os pontos turístico nas redondezas das estações. Lá pelo final da tarde, percebi que meu pé estava apodrecendo dentro da bota de inverno úmida (lembra da chuva e do fato que eu tinha ficado a noite toda na sala do hostel?).
O importante é que em algum momento eu comi uma bela pizza e a despeito de tudo eu resolvi que conseguiria passar pelo bairro medieval de roma e ir para o vaticano de à pé. Obvio que eu não consegui. Estava muito cansada e resolvi pegar um ônibus. Esperei o que pareceram quarenta minutos sozinha por ele, já no escuro, tudo para ver as luzes na basílica. Peguei o ônibus, ele atravessou a ponte , virou a esquina e chegamos. Sim, eu poderia ter chegado de à pé tranquilamente.
Tirei minhas fotos do vaticano, tomei um susto acha no que tinha perdido as fotos, chorei um pouco. Peguei o Metrô e voltei para o hostel dos meus amigos para recuperar minha mochila. Na estação de trem mandei mensagem para eles e fui. Cheguei e sentei na porta, ninguém. Esperei e esperei. Não podia tocar a campainha pq tecnicamente não era para as minhas malas estarem lá. Nisso, um homem começa andar calçada em frente a casa de um lado para outro. Eu abracei minhas pernas e comecei a chorar, cansada e com medo. Depois de um tempo o homem vem até mim e diz:
_Quer que eu chame uma ambulância? (Já nem me lembro em qual idioma)
Eu recusei e agradeci e fiquei mais tranquila. Os meninos no hostel finalmente viram minha mensagem vieram abrir a porta. Por sorte eles conseguiram até mesmo me fazer tomar banho e secar um pouco minhas botas com um secador de cabelo.
Voltei para rodoviária e peguem meu ônibus noturno. Eu entrei logo e levei minhas mala junto. Estava de chinelos pois não conseguia calçar as botas de tão machucados que estavam meus pés. Contrariando minhas expectativas o ônibus estava cheio. Não tinha um banco vago. E também não tinha um único italiano. Todos mundo ali parecia estar vindo de outro país e tentando a sorte. Por minha burrice em não guardar a mala tive que passar as nove horas seguintes com uma mochila pesada no colo. Mas sinto pena mesmo de quem estava por perto das minhas botas, que como podes imaginar fediam como a morte.
Cheguei em Milão pela manhã, faziam 2 graus e eu ainda de chinelo. Um rapaz que viajou no mesmo ônibus que eu até mesmo se ofereceu para me comprar um tênis, mas expliquei para e ele que não poderia calçar um. No fim deu tudo certo uma vez no hostel, dormi pelas próximas 24h.
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2020.06.14 07:18 RainhaDosDemonios Eu sou babaca por """"namorar"""" um menino que namorava uma menina com "Câncer"?

Olá Luba, Misty, Gala, partes do Fodrigo Raro, Turma que está a ver e julgar essa história, e possível convido ou Jean. Estou aqui para tirar o peso da minha consciência.
Bom um pouco de contexto: Essa história aconteceu em 2018 após eu começa a jogar um MMO online (Não falarei o nome por questão de exposição, não sei se as pessoas do Reddit jogam esse jogo), eu tinha 14 quando nesse jogo eu entrei em um clã, nesse clã onde a maioria era de espanhóis, eu conheci argentino, ao qual também não vou expor o nome chamemos ele de Fallen. Ele falava um pouco de português e eu muito pouco de espanhol, hoje em dia ele fala bem o português, e eu no auge dos meus 14 anos, achava que ele era uma espécie de príncipe, ele me ajudava a subir as coisas, sempre nos falávamos no privado e vivíamos trocando corações. Uma semana ou duas semanas depois ele tinha meu zipzap, que até então ninguém do jogo tinha. Então ele me contou um pequeno detalhe... Ele namorava com uma das meninas do clã, vou chama-la de I, e nesse detalhe havia outro ainda menor, ele afirmava que ela tinha "Câncer", e que não poderia me assumir por conta disso, e adivinha o que a burra aqui fez? ACEITOU ISSO (tenho raiva de mim mesma até hoje), ficamos nessa por 2 meses (De junho até agosto), até que tudo subitamente começa a dar errado, a saúde mental dele estava instável, e eu a todo custo tentava ajudar ele (Como uma boa ""namorada"" faria) e algum tempo depois os 2 líderes do clã descobriram a nossa relação, chamarei uma de Akame e o outro de N, ambos vieram falar comigo no Messenger (Nota: A Akame era brasileira e o N argentino também), eles vieram falar comigo sobre isso, tentaram por juízo na minha cabeça de adolescente com fogo no rabo, e eu falava que não, que eles estavam querendo acabar com a minha felicidade e coisas do tipo, a briga mais feia que teve foi entre eu e Akame (ó arrependimento de não ter escutado ela), que por 1 ano e meio não nós falamos mais, e depois de mais um tempo a I descobriu isso, e eu cansada de brigar com quase todo mundo ao meu redor sobre isso, eu falei a verdade a ela (Hoje em dia somos amigas e ela não guardo ressentimento por mim), e então o Fallen chego no meu zipzap, e segue a conversa: (Eu não botei print pela preguiça, mas se querem eu posso colocar aqui)
Fallen: Nose que dijiste (Não sei o que você disse) Fallen: Pero hiciste mal (Mas fez merda) Fallen: Hiciste que I se vaya (Fez com que I fosse embora) Queen/Eu: Creo que hizo mierda entonces (Acho que fiz merda então) Fallen: Me arruinaste... y yo queria ayudarla (Você me arruinou... E eu queria ajuda-la)
O resto sou eu puta da vida, xingando ele em forma de textão é bem patético. No entanto eu estava arrasada, meu mundo caiu bem em frente aos meus olhos, e por um tempo eu parei de jogar por estar triste e essas coisas, mas em 2019 (Quando voltei a jogar), a I não tinha nada contra mim, a Akame tinha parado por questões pessoais, o N me perdoou, e tudo voltou ao normal, e depois de uma conversa com o N, descobri que o Fallen tinha mentido pra mim, a I não tinha Câncer, ele apenas usou isso como um motivo para não me assumir.
Mas depois desse textão eu quero saber, eu fui babaca por """"namorar""""" um menino que namorava uma garota com "Câncer"? (Eu só quero tirar esse peso na consciência, Não me importo de aparecer na turma feira, só vim desabafar)
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2020.06.06 04:37 evelyndamendes O NICE GADO. Uma história trágica sobre um gado que na verdade era nice guy

PRimeIrA vEz AqUI MIMIMI Oii lubisco, turma, editores e possível convidado. ❤️ Essa história é trágica e cômica ao mesmo tempo. É longa mas vale a pena (eu prometo). Sou baiana então pode fazer o sotaque se quiser. Tudo começou em dezembro de 2018 quando eu cheguei em Buenos Aires e fui numa igreja. La tinha um menino que vou chamar de Carls que desde o primeiro dia que eu cheguei começou a dar em cima de mim. Ele ficava perguntando aos nossos colegas como dizer elogios em português e o tempo todo ficava falando coisas para mim. Um tempo se passou e eu comecei a servir no mesmo grupo de voluntariado da igreja com ele e como tínhamos um grupo no wpp ele conseguiu meu numero. Foi aí que a bizarrice começou. Ele passava 24h mandando mensagem e a conversa no começo era até ok. OBS: as conversas estão parafraseadas pq ele não fala português Tinham momentos que eram muito cringe (já chego lá), mas no geral nos dávamos bem. Eu tava fazendo um curso de espanhol e ele fazia questão de ir até o curso depois da aula pra poder me ver e confesso que no começo eu achava fofo. Só que ele começou a se esforçar um pouco de mais e sempre que estávamos junto eu não podia abrir a boca sem ele falar o quanto eu era linda e como minha voz era música para os ouvidos dele (sim, exatamente). Ele parava as pessoas na rua só pra falar “olha pra ela, ela não é linda?” (é sério). Eu já tava ficando um pouco incomodada. Ele começou a me mandar vídeos dele treinando e com legendas como “colocando o corpo em forma pra você”, vídeo beijando O FUCKING VIOLÃO DELE e dizendo “é exatamente assim que eu vou beijar seus doces lábios” tipo ???!!. Ele começou a me seguir pra todo lado na igreja e eu não podia falar com ninguém sem que ele estivesse ao lado, eu já tava bem assustada nesse ponto. Eu já tava cortando contato com ele, mas tentando manter a simpatia e educação, até porque naquela época eu ainda era bem besta e tinha vergonha de falar as coisas na lata e tbm nós servíamos juntos na igreja e eu não queria climão. A gota d’água foi quando eu comecei a fazer amizade com um garoto colombiano da igreja tbm e ele (Carls) ficava 24/7 soltando indireta. O meu curso de espanhol era ao lado do trabalho (starbucks) do colombiano então eu passava lá as vezes pra cumprimentar e quando eu chegava em casa tinha mensagem do Carls falando “você tem passado muito tempo no Starbucks últimamente né?” ou “Ah como foi sua visita ao seu amiguinho?”. Como ele sabia nem eu sei! Eu já tava muito assustada e tentando a todo custo evitar o Carls e não dar papo. Olhando hoje pra trás eu vejo que eu deveria só ter sido curta e grossa, mas fui mt trouxa. O colombiano e eu ficamos bem amigos e ele resolveu me convidar pra célula dele e eu fui. A partir de agora começa a loucura. Chegando em casa tinha uma mensagem do Carls falando “você tem alguma coisa pra me contar?” e eu não entendi nada. Carls: vc acha que eu não vejo seu instagram? Eu tinha postado uns stories na célula. Carls: “eu sempre soube que o colombiano tava dando em cima de vc, mas eu imaginei que você seria mais esperta.” Eu fiquei super confusa e falei que não sabia do que ele tava falando e que eu só tinha ido na célula com ele. Carls: “Não sei porque eu fui perder meu tempo com vc, claramente seu coração já é dele. Você deveria ter me avisado antes assim eu não ficaria como um idiota correndo atrás de alguém que claramente quer outro.” Eu comecei a ficar bem puta nesse momento e falei pra ele largar de ser louco. O colombiano era apenas meu amigo e mesmo se fosse algo mais eu nunca dei esperança ao Carls e disse a ele que se essa era a intenção dele comigo que ele podia parar de “perder o tempo dele”. Ele fez o maior drama, falou que eu era fria, sem coração, disse que eu era muito burra por não perceber o “plano do colombiano” pediu pra eu esquecer que ele existia e apagar o número dele. Aí eu falei “tá bom” e ele disse “Eu não esperava nada diferente de vc msm, vá ser feliz com o colombiano”. Você pode achar que acabou, mas literalmente assim que ele terminou de me mandar isso ele foi NO GRUPO DA IGREJA com todos nossos líderes e colegas e começou falar. Ele dizia assim: “Família, eu preciso que vocês orem por mim. Faz dias que eu não consigo comer, nem dormir, nem parar de pensar nessa tragédia que me aconteceu. Meu coração está quebrado em milhões de pedaços, passei pela maior decepção da minha vida. As pessoas podem ser muito más. Me ajudem, família, preciso de vocês nesse momento”. Eu fiquei EM CHOQUE! Não podia acreditar que esse cara era realmente tão louco e tinha uma imagem tão distorcida da realidade. Eu tava muito puta de verdade e as pessoas, como esperado, ficaram super preocupadas perguntando o que tinha acontecido. Eu tava a ponto de esculhambar ele todo quando ele apagou a mensagem no grupo e me mandou mensagem no privado. Carls: Me desculpe. Eu sei que estou errado, mas é que te amo tanto que só o fato de pensar que você poderia estar com outro me fez ficar louco. Mas eu amo você e eu sei que Deus colocou você na minha vida, quero que você seja minha mulher, eu to sofrendo tanto sem você, preciso de vc.... (ele falou mais mil coisas como elogios e mais merda e eu vou simplesmente resumir por aqui.) Eu falei que ele era louco e eu realmente não entendia porque ele estava agindo como se isso tivesse acontecido há dias sendo que fazia tipo 1 hora. Falei que foi ridículo o que ele fez no grupo e que eu não queria ter nada a ver com ele ou a vida dele. Vocês acreditam que o MISERÁVEL me mandou ler 1 Coríntios 13? (aquele que fala sobre o amor que tudo suporta, perdoa, etc) Falou que eu TINHA que perdoar ele, que DEUS PERDOA TUDO e que o NOSSO amor era maior que tudo. Que eu não podia jogar nossa história no lixo por conta de um erro besta, que a gente ia ser feliz junto e que ele ia ser o melhor ESPOSO que eu pudesse imaginar Eu realmente fiquei em choque, não podia acreditar que existissem pessoas tão loucas que vivem em uma própria realidade dentro da cabeça. Eu demorei um pouco para racionar, mas de alguma forma eu conseguir falar alguma coisa. Parafraseando eu disse mais ou menos isso: Eu não sou Deus e eu não sei de onde você tirou que eu te amo. Éramos amigos até você começar com suas insanidades e me afastar completamente. Por favor, não fale mais comigo. Depois disso ele saiu falando mal de mim pra todo mundo, me bloqueou de tudo que é lugar e bloqueou o colombiano tbm. Plot Twist: 2 meses depois dessa loucura o colombiano e eu começamos a sair sem pretensão nenhuma e hoje rimos juntos dessa história na nossa casa com nosso cachorrinho chamado Benji. Estamos juntos há 1 ano e 2 meses e pretendemos nos casar. Fim
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2020.05.31 12:32 ludicrouscuriosity Petição para mudar o famoso 7x1 para Alemanha de "Mineirazo" para "Mineiriesen"

Em 1950, o Brasil sofreu a triste derrota contra o Uruguai na final da Copa do Mundo em terra brasilis sendo conhecido por Maracanazo que vem do Espanhol.
Em 2014, Menino Ney - "contundido" - e sua trupe deixaram mais um gosto amargo no paladar do brasileiro comum, perdemos para a Alemanha no Estádio Governador Magalhães Pinto, famoso Mineirão, por vergonhosos 7x1. Ao contrário do Uruguai, a Alemanha não fala Espanhol, então nada mais adequado do que chamar o evento por alguma palavra alemã e parece dar um tom aumentativo às palavras os alemães usam o adjetivo riesen, logo acho que uma expressão de igual relevância ao Maracanazo deveria ser:

Mineriesen

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2020.05.29 07:16 obsession_Liz Me escondi da professora/dedo do meio/restaurante

Quando eu tinha 12 anos, eu estava jantando com meu pai em um restaurante com rodízio de pizza. Lá estava eu tranquila quando olho pro buffet e vejo um menino com roupa de judô e uma mulher loira. Dai eu pensei: puta merda, é a minha professora de espanhol (info importante: essa professora é conhecida por ser bonita e ter coisas caras tipo iPhone 11 E ela já havia me levado para a direção uma vez por ter rido um pouco durante o hino E uma vez chamou minha vó para conversar porque achou que fui debochada com ela). Daí eu olho pra mulher e, sem pensar duas vezes, me enfio embaixo da mesa. Peço pro meu pai ficar quieto e escondo a cara. Daí, pra melhorar a situação a mulher me fala "ah não adianta se esconder, eu te vi". Ela podia muito bem ter me poupado do mico, mas nãão. Ela ficou conversando com meu pai enquanto eu, com uma cara de tacho, sendo muito idiota, fui no grupo da turma "Galera socorro a professora E (vou chamar assim) tá aqui no restaurante "carls", ela ta falando com meu pai socorro". Depois que ela sai e volta pra mesa dela (eu estava sentada do lado de dentro e ela no de fora), eu pego o celular e fico tentando tirar uma foto dela de longe pra mandar no grupo da turma (não me pergunte o porque da idéia maravilhosa). Isso deve ter sido em uma sexta ou sábado. Segunda feira lá estava eu na aula dela (espanhol) sentada na minha mesa esperando ela passar pra corrigir os temas (que eu provavelmente não tinha feito) e ela me solta: "Tu tava tentando tirar foto de mim né? Me deu uma vontade de levantar o dedo do meio naquele restaurante". Fiquei o resto da aula sentada no fundo sem saber onde enfiar a cara. SIM, foi desnecessário tirar foto dela, mas faz tempo isso e, anyway, sou tímida então hoje em dia ainda me esconderia. A professora é muito legal e hoje em dia gosto muito dela, mas nem sempre gostamos dos professores logo de cara _'-'_/
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2020.05.03 18:14 gaoitheparvana Preciso de ajuda com a linguagem formal e uso da ênclise

Olá! Eu estou traduzindo um roteiro e preciso de ajuda com a linguagem mais formal. Como poderia dizer o seguinte num jeito formal? Tambén preciso de ajuda com o uso da ênclise. Obrigada!
Como dizer na linguagem formal / dúvidas gerais:
  1. Sei lá (frase completa: eu tinha trabalho, mas sei lá, deveria ter avisado antes)
  2. "O outro dia" ou "no outro dia" (frase: aquilo que disse o outro dia foi para ganhar a sua mãe)
  3. "Se voltar a reprovar, vai ficar sem celular" (é correto/natural na linguagem formal?)
  4. Na real, não. (contexto: a mãe tenta falar com a sua filha sobre paquerar e a filha responde isso. Em espanhol: si es que, no.)
  5. Eu vou para cima a estudar (se diz "para cima"? e esse "a" é necessário?)
  6. Isso não dá para mim, mãe, não dá (em espanhol: esto no puede ser, mamá, es que no puede ser)
Dúvidas da ênclise (me digam se é correto e, se não, como é do jeito correto, por favor):
  1. Eu deveria ter lhe avisado. (Quero dizer: eu deveria ter avisado você antes)
  2. Se você não liga para mim, legal, mas pelo menos me fala. (Quero dizer: "but at least tell me (that you don't want to talk to me)")
  3. Você não tem vontade de me ver.
  4. Pois você me fala. (Quero dizer: pois você me diga (o que está acontecendo); para falantes de espanhol, quero dizer: "pues tú me dirás")
  5. Admita-o.
  6. Nos beijamos no sábado.
  7. Eu não sabia como lhe dizer isso. (Quero dizer: eu não sabia como dizer você isso)
  8. Você está me perguntando se eu estou ficando com um menino?
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2020.04.13 10:50 Kumiyo123 MEUS RELATOS COMO TESTEMUNHA DE JEOVÁ:...

Meu nome é Larissa e eu tenho 23 anos hoje, minha vida com os TJs começa quando eu tinha 2 anos, não me lembro direito da época, Mas a minha mãe tinha entrado para a religião e logo quase toda a família entrou, principalmente o meu avô. Desde pequenos, fomos ensinados sobre o Armageddon e sempre nos botavam medo para assim seguir Jeová, eu sempre via as outras crianças comemorando aniversário e se divertindo, comendo doces que pareciam ser bons e eu nunca tive isso, apesar de na época eu não questionar a religião, eu sentia algo na época, como se eu quisesse me libertar. Queria comemorar todas as festas natalinas, a família reunida, coisa que nunca tivemos na família porque mesmo sendo testemunhas de Jeová, eles agiam como a encarnação do demônio, falavam mal do outro e constantemente cometiam pecados, ou eram hipócritas, isso não era só na minha família, ou na assembleia dos TJs, mas no mundo inteiro. Sempre fui orientada a não conversar com pessoas de outras religiões, até quando eu tinha 12 anos e um menino de 15 anos me salvou de ser atropelada por uma perseguição policial, eu fui conversando com ele até minha casa, e quando cheguei lá meu pai viu e expulsou ele, bem bravo, nunca passei tanta vergonha na minha vida, ele me esculachando, a família toda de platéia lá fora e os vizinhos vendo aquela família que nunca falava com eles, colocando seu verdadeiro demônio para fora. Por causa dessas e outras coisas, eu desenvolvi algumas síndromes e problemas que tenho até hoje, principalmente em questão de socialização, bem como o medo que sentia de conversar com outras pessoas por achar que representavam tudo de ruim no mundo, e que Jeová Deus não permitia. Lembro de uma festa na escola (na época os TJs eram novos na nossa cidade, até esse ponto uma escola das TJs havia sido criada na cidade mas meu pai estava tendo problemas burocráticos para me tirar de lá) e era uma festa tão linda, de páscoa, uma empresa nos deu ovos de chocolate e mostrou alguns vídeos e fotos sobre união em família e o que Jesus queria para a gente, no final cantamos o hino, porque o prefeito estava lá.. Cheguei em casa e meu pai descobriu que eu participei de festas pagãs e também cantei o hino nacional, ele me bateu e até hoje não esqueço toda a humilhação que ele me fez passar 😭😭 eu me escondi de baixo da cama, então ele tirou o colchão e ficou com a ponta da vassoura batendo em mim de baixo da cama, quebrou até meu dedo, e minha coluna ficou doendo por 2 meses, esse foi o estopim para logo logo meu pai me tirar da escola pública. Aos 14, conheci o movimento homossexual, a minha religião o abominava, mas eu achei uma luta justa pelos direitos iguais, e me lembrei do que Jesus disse no telão da escola na páscoa "eu amo a todos como iguais", e comecei a questionar se a bíblia foi algo criado por humanos para estabelecer seus controles sob outras pessoas e que Jesus não queria isso. Aos 15, meu irmão nasceu com 28 semanas e seis dias, ele tinha 1.2 kg, e precisou ser internado e precisando de transfusão de sangue, minha mãe não deixou.. e abriu um processo jurídico contra os médicos que queriam a todo custo impedir que o bebê morra, porque eles disseram "eu entrei para este trabalho para salvar vidas, o bebê que não tem chance de sobreviver sem o sangue, ele não tem consciência" e então no meio do processo jurídico que ficou demorado, ele morreu.. Foi uma péssima experiência, a família toda chorando, e foi aí que eu comecei a ter raiva da religião por ter matado meu irmão. Com o choque, fomos pro Japão quando eu tinha 15 anos, por causa de um amigo do meu pai, mesmo contra a minha vontade. Após isso, ninguém parava em casa a não ser eu, porque minha mãe e meu pai passavam o dia todo trabalhando na fábrica de confecção do amigo dele. Foi aí que eu conheci um garoto que era Brasileiro, ele me ajudou a ver o mundo de forma diferente, o que antes era medo e vontade de ir ao paraíso para finalmente a minha dor acabar, se transformou em amor, carinho, afeto, preocupação, eu tinha muito ciúmes dele na época por ele ser popular (nem tanto, mas como eu era extremamente anti-social eu achava), mas isso não dava briga, só fortalecia nossa amizade, ele me ensinou algumas coisas do idioma local também. Até que um dia eu e ele transamos, eu decidi contar para a minha mãe porque eu confiava nela, ou pelo menos o que os "outros" falavam sobre relação materna, aí depois disso, minha vida chegou ao inferno.. Ela começou a me ignorar, nem meu pai entendia, ela começou a delegar as tarefas de casa todas para mim, tendo dias que até mandava a empregada ficar em casa. E então ela decidiu contar para as testemunhas de Jeová que haviam no Japão, por julgamento, decidiram que eu deveria ser expulsa... E bem, 6 meses no Japão apenas e minha mãe me expulsou de casa, mesmo sem eu saber o idioma 😢 comecei a viver na rua, meus familiares até me viam na rua e me ignoravam, e eu me escondia do garoto que eu amava por achar que ele iria me julgar como todo mundo, até que um dia (4 dias após eu ter sido expulsa) ele me encontrou quando eu não estava vendo e me acolheu, me ofereceu até um emprego na fábrica do pai dele alguns anos depois, hoje em dia, ele é o meu marido e a pessoa com desejo ter 2 filhos 🥺❤️ viajamos o mundo, eu finalmente me libertei da religião, e conheci outras ótimas... Um tempinho depois, eu voltei a visitar meus parentes que não eram TJs, e foi aí que eu percebi que Jesus Cristo tinha dito "ame o próximo como ama a si mesmo" e as TJs não ensinavam isso, ensinavam a abandonar quem não era da religião, abandonar os familiares, aonde que isso é amor??? O problema é que muitas vezes testemunhaa de Jeová convertem pessoas vítimas de algum sofrimento na vida mostrando versículos da Bíblia específicos, mas não mostram todo o resto, que é o amor de Jesus Cristo, o seu principal ensinamento, após... Só tive um pouco de dificuldade para entrar no mercado pois passei a vida toda estudando a bíblia, e a escola pública era muito ruim, ainda mais numa cidade do interior. Hoje eu moro no Chile com meu marido, falamos 4 idiomas (inglês, português, espanhol, francês) e estamos planejando ir para a Austrália para assim nos casarmos e sermos felizes para sempre, e esquecermos o passado 🥰❤️
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2020.02.22 23:35 rafaelgiro Benfica - Jogar o melhor Xadrez que as peças permitem

O Benfica atravessa uma fase negativa, que vem sendo apelidada de crise. No entanto, este não é mais do que um arrastar de problemas do final do ano passado.
André Almeida sofre uma lesão de esforço no início da Primavera transacta que vem arrastando até então, de forma intermitente. Tomás Tavares apesar de não comprometer não oferece a profundidade que o seu colega. Notando-se na falta de assistências para golos, que tanto um quanto, levavam o André Almeida em glória com os seus cruzamentos que algum número 10 faria arte.
Por falar em cruzamentos, a saída de Jonas não deixa de ser um marco enorme nesta equipa. A sua inteligência em campo evidente, é muitas vezes elevada ao ponto de esquecermos a ameaça que este era dentro da área adversária. Conseguindo fazer de um simples cruzamento ou passe horizontal uma oportunidade de golo. Mas a sua falta não é a única explicação para o incrível número de cruzamentos sem proveito esta época. Haris Seferovic, canivete suíço, melhor marcador do ano anterior, marcador de alguns golos mais importantes da época (de cabeça frente ao Tondela em casa; de primeira em antecipação frente ao Porto em casa) tem estado apagado. Ou como alguns comentadores dizem não tem estado sequer. Um meco que casou no Verão, foi pai, e se dedicou a outro desporto? Ou talvez já antes, no que podia ter sido uma derrota desesperante na pedreira no final da época anterior. A vitória acabaria por chegar com relativa tranquilidade, mas não ficou ali naquele jogo naquelas oportunidades falhadas a dúvida de como aquele aparente meco seria o melhor marcado da liga. Mas que não fique por aqui esta ligação. RDT e Vinicius contratados no Verão. Negócio do Mendes e o substituto de Félix. Ou nem por isso? De qualquer das formas o Brasileiro que se apresenta imune a contacto físico, não consegue por mais que lhe pedissem fazer a pose após cabeceamento certeiro. O porto riquenho técnicamente dotado, ocupando mal os espaços, ou não sabendo que espaços de facto ocupar. Nisto, as alternativas às peças de Xadrez não sendo inferiores são diferentes. Chiquinho não apresenta a letalidade que Jonas oferecia, nem a ocupação de espaços de João Felix. Apresenta versatilidade e equilíbrio.
No miolo melhoramos dizem uns. Gabriel e Adel foram opções válidas até compreendermos que as suas valias são também suas fraquezas. Adel tenta o drible e o transporte de forma exemplar no entanto no momento da perda (por vezes de outros) estará inevitavelmente em terrenos superiores. Gabriel não obstante tende a procurar passes em profundidade e isto leva o da mesma forma a estar por vezes em situações expostas. O que acontece quando a bola é perdida? Pressão imediata! Porque a contenção em espaços elevados é ineficaz e isto faz com que... Se bem sucedido a recuperação à bola é tida rapidamente, se mal sucedida a equipa é exposta e em 2 dribles temos o adversário na nossa área. (veja-se o jogo com o Famalicão em casa). E o problema disto? É o balanço. Somos a equipa que mais concede dribles durante o jogo. Ou seja, fazemos do posicionamento subido dos nossos médios uma fraqueza ao invés duma vantagem. Sabem porque que Florentino era dos jogadores com mais recuperações de bola pelo Gloriosos? Porque fazer contenção permite-te atacar a bola de forma temporizada. E sabem o que lhe permite fazer contenção? Exatamente, passar para o lado e para trás. Não subir no terreno de forma imprudente, nem atacar sem pensar primeiro como irei defender. Retomemos a linha que terminou a reconquista. Defesa a 4. Médios defensivos: Tino e Samaris. Médios ala: Rafa e Pizzi. Avançados: Haris, Félix. O que hoje nos parece uma linha com medo, defensiva, era no ano anterior uma linha atacante, feroz e vencedora. De 2 médios defensivos que raramente tentavam o drible (Florentino não percorra com a bola nos pés mais do que 10 metros), temos hoje 2 médios voltados para o ataque. Mas voltemos a Adel, que era ano passado tido como hipótese para segundo avançado, para o lugar de Felix caso fosse necessário é hoje um elemento essencial no meio campo. Como é que um jogador desequilibrador nato, que busca o drible, pode ao mesmo tempo ter a obrigação de no momento da perda fazer contenção e recuar no terreno.
Nas alas, um elementos surpresa aparece Cervi, que genica tem este menino. Reage à bola como um cão reage à vida, mete o pé sempre que for preciso, mas continua a não ser um extremo. Quando alguns comentadores vêm dizer que Cervi procura o drible, a finta, o tango argentino. Eu digo que alguém viu o Cervi de outros anos. A procura pelo 1 contra 1 é reduzido e quando obrigado tenta de imediato o passe para Grimaldo ou o cruzamento imediato. Excelente ala, fraco extremo. Acredito que com treino faria o papel do espanhol com fulgor. Até me arrisco a dizer que uma lesão ou venda do espanhol poderia levar Cervi a reinventar-se. Mas não faltam alternativas, ou será que faltam? Quando no início se diziam com extremos em excesso olhamos hoje para o plantel e rapidamente percebemos que não temos extremos que nos ofereçam uma alternativa séria. Cervi, Rafa, Zivko, Jota é curto quando 1 não conta e outro está demasiado verde. Se queremos jogar com um Pizzi em terremos mais centrais quer como segundo avançado, quer como terceiro médio (na prática o 442 difere do 433 ao ter um jogador da zona central que sobe mais), não temos ninguém para o lado direito. Aliás chegou-se ao ponto de se colocar Chiquinho na Ucrânia na direita, enquanto que Pizzi tomava o lugar central. O problema é ainda mais grande quando Cervi só joga do lado esquerdo. Uma linha que recolocasse Pizzi no miolo teria de incluir Cervi do lado esquerdo, Rafa do lado Direito, 2 Médios de Controlo (Weigl +Samaris/Tino) e um segundo avançado/médio de criação (Pizzi, Adel, Chiquinho).
Mas nem tudo piorou. Ou seria estranho, dado o Verão pressionante. Ody melhorou drasticamente de uma ano para o outro, jogando bem com os pés, defendo entre os postes de forma sólida mas mais importante que isso saindo dos postes com firmeza, muitas vezes até da grande área.
Bem, ignorem a parede de texto. Metam mas é o Samaris ou o Tino em campo. E o Ferro sempre foi assim, lento, mau no 1 contra 1, fraco no ar. Este sistema simplesmente o obriga a estar mais exposto a 1 contra 1. Aliás este sistema retira tudo de bom que ele tem. Bom de bola, com passes longos, mas enquanto que antes o Tino lhe passava para ele construir, a bola vai para o Adel driblar (e bem). E se o próprio Adel está subido, Ferro é o primeiro homem a travar o ataque adversário. Ah e não sejamos deuses com Vinicius. Vinigol é mau (péssimo) a pressionar. Sabem como se é pior que o Haris? A defender! A não ser que a bola caia ao pé dos defesas próximos este não corre para ocupar espaços. Ah, aprendam a jogar de cabeça e joguem direto. Contra o porto e o Shaktar foi notório a quantidade de bolas perdidas no nosso meio campo por um pontapé de baliza nosso porque teimamos em jogar curto! Querem jogar com o Adel? Perfeito! Metam no a segundo avançado, e ensinem no a ganhar duelos aéreos que ele tem altura! Ody bola na frente! Vini e Adel são suficientes! Segunda bola? Cervi, Samaris, e Tino tratam disso.
Dito isto. Espero que ignorem tudo isto. E sigam a vossa vida sabendo que mais um inergume gosta de mandar bitaites quando está no café a ver o Slb a perder.
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2020.02.08 23:15 Mickeymousse1 Esse é o primeiro conto que escrevi em minha vida, gostaria que alguém apontasse erros e acertos, escrevi no celular então erros de formatação também fazem bem em apontar

Padre de Whitechapel
"E no quebrar da aurora as vis bestas se dispersam como ratos na presença do gato. Estes com o sangue ruim que se espreitam em nosso meio devem ser liberados da maldição imortal que os prende a sacra terra mãe."
Estava escuro, o cair da noite se deu em instantes, como se ansiasse pelo sangue que seria derramado em seu decorrer.
Os garotos, sabiam disso. Procuravam o sangue como qualquer outra besta, pois este os traria glória, afinal, no padre eles confiavam.

"Hoje perdemos mais um de nuestro rebanho." Falava com um carregado sotaque espanhol e genuíno pesar na consciência. "Sabemos que nessa casa de abandonados perder a fé significa la muerte, o pior a loucura." Suas mãos, pálidas e decrépitas, tremiam. "Portanto, se agarrem na escritura jovens almas, pois ela vos trará força para enfrentar até a mais terrible de las adversidades."

Papai colocara ênfase na última frase, ele queria falar com Jhonny, e Jhonny ouvira. Em pouco tempo juntou os mais bravos dos abandonados e se juntaram na tumba de seu irmão recém falecido. Como de costume, chovia em Londres.
Ele falava. Os explicou a mensagem do padre, comunicou o dever que eles tinham com o santo e deixou claro que aquele mal deveria ser extinto. Fez juras de sangue sobre o corpo frio de seu colega, e a este, também, orientou que o ajudasse, para que na morte pudesse ser mais útil que em vida. Falou por horas, animou espíritos, elevou a moral e, naquele momento, os três rapazes poderiam conquistas o mundo.

Falou até que a lua se encontrasse no ápice de sua parábola, citou o Salmo 23:4 e então partiram. A densa névoa e pesada atmosfera aparentavam se curvar perante o grupo, eles estavam carregados de raiva e desejo por vingança, tinham um compromisso a cumprir. Jhonny andava na frente com os braços esticados e com a bíblia na mão, vira papai fazer isso enquanto recita uma língua estranha, não arriscou balbuciar o que não entendia, mas acreditava que o simples gesto seria inofensivo.
Quando chegaram ao estado, a meia noite já havia passado longe, mas era inverno, o céu não tinha estrelas e a lua brilhava amarela como ouro de tolo. Ali demonstrou sua estratégia aos seus três irmãos, cuja coragem juvenil já começara a desfiar. Um deles deveria entrar primeiro, entender o terreno, e depois voltar. Eles votariam claro, afinal Jhonny era democrático. Votariam qual dos três pularia o muro, é claro que Jhonny não estaria no meio, ele teria que ficar para comandar o ataque.
Pegaram três palitos. Foi decidido
O maior dos quatro havia pegado o menor. Má notícia para todos, exceto para o mais magrelo dos rapazes, ele sabia que sempre seria escolhido para testes de destreza.
A muralha parecia se erguer por quilômetros, a altura do mais corpulento dos rapazes não era párea. O portão não faria a tarefa mais fácil, escuras e pontiagudas lanças se estendiam até o topo do muro. Se perdesse o passo sobre uma delas sabia que teria algo a explicar para o padre, mas engoliu o pensamento e começou a escalar. Já no topo, relampeja, ele cai, crack, medo, dor, alívio, não havia fratura exposta, nem sangramento, ele ainda podia andar. O ranger dos ossos do braço chamaram a atenção de algo enquanto ele subia a estrada de cascalho.
O menino voltou correndo, havia sangue na sua calça. Ele conseguiu pegar a chave, mas não quis continuar, arfando, disse que voltaria para a igreja e avisaria o padre, afirmou que tal coisa não pertencia ao reino de Deus deixou a chave nas mãos de Jhonny, e desmaiou. O menor dos meninos ficou para cuidar dele. Recitou pela íntegra o Salmo 96 leu, a assinatura de papai na contra capa e entrou na mansão com seu último irmão, ele não tinha medo, seus pais o protegeriam.
Cansado de esperar, os dois voltaram para a igreja.
Na manhã seguinte, antes do café, o padre começou sua oração, e terminou com a palavra "Para os de nossa família que se foram essa noite, a tristeza não é deles. Não son ellos que continuarão a vida na latrina de la vida, não são eles que lidarão com a dor e o sofrimento da perca de seus queridos entes, não são eles que vão viver a sofrida vida que queria Deus, e por isso, ellos são abençoados" o padre fala, e somente uma das dezenas de crianças percebe a rápida falha em seu domínio, o respingo de vergonha, a gota de arrependimento. "Agora vós leio do único pertence que sobrou de Jhonny e de seu irmão, vós leio o que prometi e que falhei em cumprir:
Para aquele que considero mais que um aluno, você que me tornou seu pai após o luto. Do que não pode, para o que perdeu, lembre-se que ao meu lado sempre será seguro.
Que o senhor seja gentil com a alma dos afortunados, e que seu sangue juvenil não tenha sido derramado em vão, amém."

Para a surpresa de todos, o padre estava se despedindo de Jhonny e de seu irmão, duas pessoas que nem as freiras sabiam da morte.
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2019.11.10 11:13 gabegabegabegabegab Nunca passei por isso antes

Oi gente. Faz um tempo que não recorro ao desabafos... Neste post, tentarei ser breve mas não prometo... No momento estou realizando intercâmbio no México (de agosto a dezembro). Muita coisa aconteceu desde que cheguei até hoje, e ainda me falta um mês e alguns dias. Queria contar mais detalhes, mas vou direto ao ponto, do que realmente preciso de ajuda. Quando saí do Brasil, deixei pra trás três meses de pura ansiedade e muita busca por autoconhecimento. Foi um período que chorei muito e fiz uma espécie de autoanálise de tudo. Me encanta a psicologia e assistir canais do youtube sobre o tema, e por isso recorri a eles quando precisava, pois não tenho cash para pagar psicólogo em minha cidade. O sistema de saúde também é muito demorado, o que não me servia estando com os dias contados pra viagem. De fato, os vídeos me esclareceram muita coisa, mas minha tristeza não diminuiu muito até a viagem. Tenho muita baixa autoestima (que difícil dizer isso). Quando soube do resultado, tive a convicção de que desistiria, porque achava que não merecia, que havia colegas que mereceriam mais, porque não dei a mínima importância pro edital e mesmo assim passei. Os motivos não sei, mas aqui estou, vivendo um sonho que nem imaginava. Pra quem acredita, sou capricorniano, com ascendente em câncer e lua em gêmeos. Eu não acredito, mas me identifico com as descrições, para quem quiser imaginar minha personalidade. Quando cheguei aqui, tive que lutar contra a baixa autoestima, pois estive o primeiro mês trancado no quarto, indo pra faculdade e voltando sem aproveitar muito, me sentindo um lixo, sem motivos reais pra isso. No entanto, coisas mágicas acontecem na vida da gente, e conheci pessoas realmente incríveis, e aos poucos fui deixando o negativismo de lado e aproveitando mais. Sou apaixonado pela faculdade, por experiências novas e novas culturas, ao mesmo tempo que minha autoestima é tão baixa que em realidade me cobro muito para ser bom, mas tenho medo e acabo não enfrentando desafios, me mantendo na zona de conforto e, literalmente, perdendo oportunidades. Mas enfim muita coisa mudou. Troquei de casa, conheci um colega de quarto novo, que é sensacional, e as vibrações do universo começaram a me colocar em outro estado de espírito. Me vejo mais liberto de alguns pensamentos negativos e tudo mais, embora esteja difícil pra mim enfrentar o fato que não produzi nada acadêmico até agora na faculdade que estou (que na verdade não gosto muito). Tudo que vivi até agora foram experiências, melhora mais que significava do meu espanhol e inglês, mais valorização da minha família, lugar e amigos, entre outras dessas coisas, que como eu disse são um sonho e um sonho real, palpável.
Bem, sem mais enrolar. Faz umas semanas, fui a uma expofeira e assisti diversas apresentações de dança, entre elas uma em especial me encantou muito. Duas colegas dançavam, mas um dançarino me chamou muito a atenção. Lhes conto que, jamás nunca never, alguém me encanta como ele me encantou. Não no sentido de querer algo com ele (minha autoestima não permite pensar isso), mas sim que sua energia e alegria e maneira de dançar me pareceram incríveis. Bueno. Dias depois, No Día de los Muertos, fui sozinho para a Universidade e encontrei por acaso essas duas amigas, que iriam se apresentar novamente neste evento. Quando estavam me pintando o rosto com a típica caveira mexicana, o menino que dançou com elas se aproximou e me cumprimentou. Ele estava lindo. A partir daí disse que meu espanhol estava muito melhor que da outra vez que havia me visto, e eu não lembrava dele neste dia. Na verdade, ele passou desapercebido várias vezes por mim, até este dia. Tiramos uma foto em grupo e logo, não nos vimos mais.
Como três dias depois, vendo as fotos, pensei comigo mesmo: nunca chamei ninguém por mensagem e esse menino me encantou muito. A parte disso, ele demonstrou um certo interesse e chamá-lo é uma boa oportunidade. Aqui no México absolutamente ninguém me chamou a atenção, exceto ele. Nunca na minha vida tomei coragem de chamar alguém conhecendo tão pouco, embora já tenha 23 anos, e já me relacionei bastante, dentre estes um namoro de dois anos. Não me sinto inexperiente, digamos.
Chamei. E tive uma ótima surpresa. Marcamos de nos ver no sábado (hoje), mas a vontade dos dois era tão grande que nos vimos no mesmo dia. E algo raríssimo aconteceu. Com o passar das conversas, percebemos que somos muito parecidos. Criamos uma conexão muito boa, embora ele tenha 18 anos. Tudo me encantou nele, e descobri uma pessoa mais madura do que imaginava, com uma história de vida e de família incrível. Quando ficamos juntos, notei que seu corpo era mais incrível do que imaginava também. De verdade, eu sou a pessoa mais distraída do mundo, e não prestei atenção neste aspecto.
Nas últimas horas passamos quase todo o tempo juntos. Já nos conhecemos bem e já pensamos sobre nossa despedida daqui a um mês.
De verdade, nunca na minha vida fiquei com alguém tão guapo, lindo, gostoso, inteligente e tudo mais. Não estou apaixonado, juro. Estou sendo o mais realista possível. O problema que tenho é: vou voltar ao Brasil daqui a um mês, e não sei o que fazer. Nunca me permiti ter uma relação boa pq nunca me senti merecedor, e agora que encontrei, tenho que deixá-lo. Eu sei que ele vai ficar triste comigo partindo, e eu também. Não estou apaixonado, mas pela primeira vez na vida encontrei alguém que eu seria o protaginista e diria: quero um relacionamento contigo. Mas não posso, pois tenho que voltar. Minha bolsa é só de quatro meses e, se eu quiser ficar mais um semestre, terei que pagar todos os meus gastos. De qualquer forma, eu querendo ficar até dezembro ou até julho, terei que me despedir, e não quero isso. Meu, eu to pensando em tudo isso e faz como 4 dias que estamos juntos. O que eu faço?
Outro problema. Eu acho ele muito lindo e ele me acha também. Sempre gostei de sexo e nunca tive problemas com isso mas, quando tentamos algo, me sinto intimidado e não me excito. De verdade, só isso que sinto que estou estranho, e não sei porque. Ele diz que não tem problema, e é um amor de pessoa, super incrível. Mas eu nao me excito. De verdade, é o corpo mais lindo que já tive junto, mas me intimida, não sei explicar. Queria me sentir diferente, mas meu corpo não reage ao que quero. Sinto que ele é muito sexy, muito mais forte que eu, eu muito mais magro (não feio, mas magro) e talvez seja isso, mas não sei. Sei que tudo acontece com o tempo. Sexo não é tudo para nenhum dos dois, mas já foram duas tentativas falhas, em que não me excitei com um corpo maravilhoso...
Também não sei o que fazer :(
Eu sei que não é um desabafo triste, pois estou feliz. Só nunca lidei com essas coisas, admiro a intenção do desabafos e me sinto seguro de dividir aqui.
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2019.04.07 20:23 fidjudisomada Primeira Liga 2018/9, #28: CD Feirense 1-4 SL Benfica

LÍDER COM PÉS E CABEÇA

O Benfica não deixou para a segunda parte o que poderia virar na primeira e, com finalizações de Pizzi e André Almeida, colocou-se em vantagem no terreno do Feirense, embalando depois para o 1-4, o seu 12.º triunfo nas últimas 13 jornadas da Liga NOS.
Com 77 golos marcados (18 tiveram a assinatura de Seferovic, o artilheiro-mor da Liga NOS) e 69 pontos colhidos, os encarnados têm o melhor ataque e comandam a prova. Faltam seis finais!
As primeiras iniciativas atacantes no relvado do Estádio Marcolino Castro pertenceram ao Benfica e, aos 7', João Félix teve espaço na área para visar a baliza guardada por Caio Secco, mas o esférico embateu no corpo de um defensor.
A lutar pela sobrevivência na Liga NOS, o Feirense atreveu-se e fez pela vida, procurando chegar-se à grande área encarnada. Aos 10', aproveitando um cruzamento executado na direita por Edson Farias, João Silva escapou à marcação e, sobre o segundo poste, finalizou a jogada com um cabeceamento para as redes (1-0).
Somar três pontos nesta visita a Santa Maria da Feira era a missão do Benfica e a equipa, que teve Samaris e Florentino no eixo do meio-campo, depressa reagiu à desvantagem, mas os remates (de Pizzi e João Félix) ou eram bloqueados, ou erravam o alvo.
De bola parada, o Feirense colocou a bola no interior da baliza encarnada aos 20', mas o lance não contou, porque um jogador do Feirense estava em posição irregular e fez-se à bola batida por Vítor Bruno, prejudicando a ação de Odysseas. Lance prontamente invalidado.
Depois da meia hora, Taarabt (uma estreia como titular) passou por cinco adversários e chutou à figura de Caio Secco (31'). Pizzi também esteve perto de igualar num disparo aos 31', mas o guardião do Feirense voltou a evitar. O 1-1 aconteceria aos 40' na transformação de um pontapé de penálti convertido por Pizzi (nono golo na prova), um castigo a penalizar infração cometida por Ghazal sobre o mesmo Pizzi. A falta existiu, mas, para ser sancionada, foi necessária a intervenção do videoárbitro e posterior visionamento das imagens do lance por parte do árbitro João Pinheiro.
Antes do intervalo (e já depois de um golo anulado a João Félix, aos 42', por fora de jogo), dentro dos três minutos de tempo adicional concedidos pela equipa de arbitragem, o Benfica alcançou o 1-2. Pizzi, num canto à direita, colocou a bola no interior da área, Samaris, vencendo o primeiro duelo, endossou o esférico para a zona onde estava André Almeida e este, de pé direito, não perdoou (45'+2').
No recomeço do desafio viu-se um Benfica a carregar pelo 1-3, que conseguiria faturar logo aos 49' num sensacional chapéu de Seferovic, que, de primeira, depois de ver Caio Secco fora dos postes, atirou de pé esquerdo com precisão máxima. O internacional suíço reforçava o estatuto de melhor marcador da Liga NOS, apontando aqui o 17.º golo nesta edição da prova.
O Benfica tinha os três pontos nas mãos e não permitiu que os mesmos lhe fugissem. Controlou, geriu, atacou, defendeu, ripostou, ganhou cantos (à esquerda e à direita), refrescou-se (Jonas, Cervi e Gedson renderam João Félix, Taarabt e Pizzi) e ainda marcou mais um golo. Aos 89', na segunda vaga de ataque depois do canto cobrado por Cervi na direita, Grimaldo, no corredor contrário, cruzou para o cabeceamento mortífero de Seferovic, o finalizador-mor da competição, que assim elevou a sua conta pessoal para 18 golos. Já o lateral espanhol ampliou para oito o número de assistências na Liga NOS 2018/19.
Os próximos dois jogos do Benfica na Liga NOS são no Estádio da Luz, enfrentando V. Setúbal (29.ª jornada) e Marítimo (30.ª).

BRUNO LAGE: "ESTE É O BENFICA QUE EU QUERO"

Bruno Lage, em conferência de Imprensa, fez a análise ao triunfo do Benfica sobre o Feirense (1-4) em Santa Maria da Feira para a 28.ª jornada da Liga NOS. O técnico das águias sublinhou a exibição em crescendo e afirmou que agora não é "jogo a jogo", mas sim "final a final".
Uma exibição em crescendo
"Jogámos num campo muito difícil e contra uma grande equipa. Independentemente da posição que ocupa na tabela, o Feirense é uma belíssima equipa, está recheado de grandes valores, tem um treinador de grande nível, que tem feito o seu percurso de uma forma fantástica. A entrada no jogo foi um pouco dividida e sofremos um golo numa situação em que o Feirense é muito forte. Houve uma falha nossa que permitiu o golo. A nossa exibição foi em crescendo a partir desse momento. Chegámos ao intervalo a liderar o resultado e depois na segunda parte tivemos uma entrada de campeão, que era aquilo que tínhamos de fazer, ir à procura do nosso terceiro golo e a partir de aí controlar o jogo. Foi uma vitória justa, num campo muito difícil, perante uma belíssima equipa e num grande jogo."
Saber aproveitar o melhor timing
"Temos de ter paciência na circulação, não entrar em ansiedade. Houve um momento em que começámos a cruzar cedo demais e, perante esta equipa e esta organização, tínhamos de ter muita paciência, saber construir bem, isolar um pouco aquilo que é a pressão dos dois homens da frente, procurar os corredores laterais e, se estivessem fechados, tentar procurar o corredor contrário. Há que ter paciência para fazer as coisas bem, não entrar em ansiedade, e acho que a equipa fez isso bem."
A presença de Taarabt no onze
"O objetivo era procurar a sua qualidade individual, que é muita, e procurar os espaços interiores. Percebemos que podia ligar muito bem com o Grimaldo e foi isso que aconteceu. É um jogador que liga bem e, como joga de frente para o jogo, reconhece o espaço quando joga de costas e quando joga entre linhas. Recebe muito bem e depois tem uma forte ligação com os homens da frente, com o Seferovic, com o João, com o Pizzi e mesmo com o Grimaldo a passar-lhe pelas costas. Foi essa a nossa intenção e estamos muito satisfeitos com o Adel, porque regressou e está a dar o contributo à equipa, mas também estamos plenamente satisfeitos com toda a gente que trabalha diariamente connosco."
Este é o apoio. A vitória é para os adeptos
"Vou contar-vos aqui um episódio... No ano passado estava como adjunto de Carlos Carvalhal no Swansea e vivíamos uma situação semelhante à do Feirense. Estávamos no último jogo, precisávamos de vencer o desafio por muitos golos, quatro ou cinco golos [para ficar na Premier League]. Mesmo numa situação muito difícil e praticamente com a descida de divisão garantida, eu tinha este hábito de ir ver a relva, de perceber a atmosfera do jogo, e houve um menino que estava à porta do túnel com um cartaz que dizia: 'Para o ano cá estarei a continuar a apoiar'. Aquilo tocou-me de tal maneira que a equipa estava a descer e o menino dava o exemplo. Peguei no cartaz, levei-o ao balneário e dei-o aos jogadores para eles assinarem. Esta história serve para dizer que a seguir à conferência de ontem [sábado], onde de alguma forma falei diretamente para os nossos adeptos, houve uma menina, a Diana, que me deu um desenho com o mesmo significado: 'Míster, cá estaremos para vos apoiar'. Isto é que é fundamental, as crianças já perceberam a mensagem e eu acho que os adultos também vão perceber. Este é o Benfica de apoio, o único Benfica, dos nossos adeptos, e mesmo a chover... Esta vitória é para eles! Este é o nosso Benfica e o apoio que esta equipa merece já não é jogo a jogo, agora é final a final. Acredito que, com o apoio dos nossos adeptos, vamos disputar todos os jogos como fizemos hoje."
Jogar antes ou depois dos adversários diretos
"Independentemente de jogar antes ou depois a pressão vai existir – para quem quer ser campeão, para quem está a lutar pelas competições europeias e para quem está a lutar para não descer de divisão, porque faltam 18 pontos para qualquer das equipas e para qualquer dos objetivos, por isso essa pressão é inerente a qualquer das equipas em função dos objetivos finais. O nosso é o de vencer, de ganhar, de terminar em 1.º lugar e sabemos disso. O que temos bem ciente é que dependemos apenas de nós e, fazendo bem o nosso trabalho e conquistando os três pontos, vamos andar sempre nesta posição."
Com estes adeptos somos um Benfica
"Nos próximos desafios vamos jogar com equipas que também estão a lutar pela vida, precisam de pontos para a manutenção e vão ser jogos muito difíceis, mas aquilo que eu sinto é que, seja a jogar em casa ou a jogar fora, com o apoio destes adeptos nós tornamo-nos apenas um Benfica, e é este o Benfica que eu quero e que eu desejo até ao final do campeonato."

Coisas e Loisas

  • Adel Taarabt titular pela 1ª vez com a camisola do Benfica em jogos oficiais. É apenas a 2ª participação do jogador na Liga - participou em 19 minutos do Benfica x Tondela;
  • Pizzi marca pela 11ª vez em 2018/2019. O médio iguala a 2ª melhor marca da carreira no que toca à concretização: 13 - 2016/2017; 11 - 2010/2011 e 2018/2019;
  • André Almeida marca pela 2ª vez em 2018/2019. É a 3ª época consecutiva em que o lateral chega ao par de golos pelo Benfica;
  • Penáltis de Pizzi com o Benfica: vs Arouca (2014/2015) - golo; vs V. Setúbal (2014/2015) - golo; vs V. Guimarães (2016/2017) - falhado; vs PAOK (2018/2019) - golo; vs Sporting (2018/2019) - golo; vs Nacional (2018/2019) - golo; vs Feirense (2018/2019) - golo;
  • Haris Seferovic chega ao golo número 21 em 2018/2019. Marcou em 10 das últimas 11 jornadas da Liga;
  • Haris Seferovic tem mais golos na Liga que o Feirense: Golos do Feirense: 17; Golos de Seferovic: 18;
  • Em 13 jornadas com Bruno Lage, o Benfica marcou 3 ou mais golos em 8 ocasiões: Rio Ave, Boavista, Sporting, Nacional, Aves, Chaves, Moreirense, Feirense;
  • Haris Seferović marca pela 22ª vez em 2018/2019. É o quarto bis do avançado na atual temporada;
  • Bis de Haris Seferovic em 2018/2019: Benfica 4x2 Rio Ave - Bruno Lage; Benfica 5x1 Boavista - Bruno Lage; Benfica 10 Nacional - Bruno Lage; Feirense 1x4 BENFICA - Bruno Lage;
  • Benfica regressa às vitórias, depois da derrota contra o Sporting na Taça de Portugal. Os encarnados ganharam 12 das últimas 13 jornadas da Liga;
  • Bruno Lage na Liga: 13 jogos; 12 vitórias; 1 empate; 0 derrotas; 46 golos marcados; 9 golos sofridos;
  • Melhores marcadores da Liga: 18 - Haris Seferovic; 15 - Bruno Fernandes; 14 - Bas Dost e Dyego Sousa;
  • Mais assistências na Liga:15 - Pizzi; 11 - Bruno Fernandes; 8 - Corona, André Almeida, Alex Grimaldo.

Multimédia

Eleição do MVP

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos o Eintracht Frankfurt na próxima partida, no Estádio da Luz, em jogo a contar para as quartos-de-final da UEFA Europa League2018/9. Quais as perspetivas?

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2019.02.27 20:29 deddimon2 Comunidade na África segue crescendo e tem criança batizada com o nome de Lunes

Comunidade na África segue crescendo e tem criança batizada com o nome de Lunes

https://preview.redd.it/oxiewvs1y5j21.png?width=1080&format=png&auto=webp&s=22f2e1091ede61868d7ccb53e5e5aaeb0a9029cb
Que a Lunes é o maior projeto blockchain da América Latina já sabemos. Mas olha só a história bacana que chegou para nós. Além da base de clientes em sua maioria no Brasil, a Lunes tem sido um dos únicos, senão o único projeto cripto que estabeleceu uma base de apoio para divulgação e captação de clientes, especialmente em países da comunidade francófona, como Camarões, Togo e Costa do Marfim.
Reunidos em pequenos grupos, entusiastas da Lunes fazem reuniões para divulgação do whitepaper do projeto e oferecem suporte às dúvidas de clientes, seja presencial ou por meio do Whatsapp. E o trabalho de “formiguinha” vem dando frutos: são cerca de mil carteiras abertas em países da comunidade francófona. Bacana, não? (Para saber mais sobre nossas atividades na África aqui e aqui).
Alguns fatores específicos explicam o interesse e a adoção da comunidade local pela Lunes. Vejamos como exemplo a Costa do Marfim: a alta burocracia é um dos fatores que mais dificultam o acesso à conta bancária, por exemplo. Tanto que um dos meios mais utilizados pela população para transferência de valores é o Mobile Money. Logo, recarga de celular é um serviço muito utilizado e é uma solução que a Lunes oferece em sua wallet.
Falando ainda sobre a comunidade na Costa do Marfim, um fato recente chamou bastante atenção e exemplifica bem o quanto a comunidade local “abraçou” esse projeto brasileiro. Clems Assanvo, um dos membros da equipe que divulga o projeto pelo país, teve sua primeira filha – ele já tem três meninos – no último dia 9. Adivinha qual foi o nome escolhido? Ele mesmo explicou para nós: “Dei o nome de Lunes para minha filha porque eu acredito que o projeto pode marcar seu espaço aqui, fazer história. Então, também é uma forma de homenagem”, conta um empolgado e feliz Assanvo.
A pequena Lunes Assanvo Mianhoua Nedira ainda não sabe o que são criptomoedas nem a origem do seu nome. Mas quem sabe no futuro da jovem Lunes Assanvo seja tão natural utilizar criptos quanto tomar um cafézinho? Nós acreditamos nisso e você?
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2019.02.15 15:22 gfleck HEA que a palavra espanhola 'chavo', da comédia televisiva de titulo original 'El Chavo del Ocho' que no Brasil é conhecido como 'Chaves', originalmente é uma palavra com um significado e não um nome próprio

Procurei em alguns dicionários de espanhol e a melhor definição que encontrei foi a seguinte: Joven de escasos recursos que pertenece a un grupo relacionado con el vandalismo y las drogas.

EDIT1: De acordo com o u/klaraaurea o significado mais correto seria: guri, menino, piá e qualquer pessoa até uns 20/30 anos é um "chavo" ou uma "chava", não precisa ser alguém de baixa recursos ou envolvido no crime.

EDIT2: De acordo com o u/mantidor é mais uma gíria mexicana para crianças que uma palavra oficial, a melhor tradução acho que seria "moleque". Muito provável ela vem da gíria "chaval" (criança, jovem) da Espanha.
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2019.01.31 06:19 4in4t92 Mais um esquema em pirâmide que chega a Portugal

Escrevi pelo telemóvel, daí a má formatação.
Mais um esquema em pirâmide que chega a Portugal...
Há alguns dias atrás reparei nuns insta stories estranhos de um antigo colega de escola, hoje num desses stories estava tagada outra pessoa, cliquei e chego à página nomedapessoaMindSet.
A dita pessoa diz ser um investidor, e na sua página para além das publicações e stories com freses genéricas do tipo "muitas pessoas querem ter sucesso, poucas querem pagar o preço" #empreendedorismo #sucesso #goals #entrepreneur #entrepreneurlife e bla bla bla wishkas saquetas, exibe um estilo de vida acima da média, mostrando como supostamente é tão fácil ter uma vida igual sem ter um trabalho das 9 às 18, desde que as pessoas estejam dispostas a investir nelas mesmas.
No meio de tanto #vempromovimento, stories de "procuramos jovens com espírito empreendedor que querem evoluir profissionalmente e financeiramente" e promessas de liberdade de tempo e dinheiro, convencem um monte de cromos a pagar pela suposta aplicação para comprar e vender no mercado FOREX, e por um chat de dicas de quando o fazer...
Tudo isto para além do custo inicial tem também um custo mensal e como qualquer esquema em pirâmide recebem bónus por cada 3 pessoas que conseguem que adira a isto, e assim sucessivamente (imaginem um esquema em árvore, sempre a ramificar-se em três), bónus este que cresce exponencialmente e que os faz atingir novas tiers (todas eles com uns nomes fancy como executive, platinum, global platinum e presidential).
Claro que o que eles publicitam não é isto, o que eles mostram é um bando de jovens na casa dos 20 anos, todos arranjadinhos, vestidos de fatinho, com fotos em lounges de vários hotéis de renome, como se tivessem acabado de sair da reunião de negócios da vida deles, ou então a fingir que estão a falar ao telefone a tratar de negócios. Quando não é isto são fotos na praia ou na serra com descrições do tipo "hoje é segunda feira e eu tenho a oportunidade de estar neste sítio lindo porque faço os meus próprios horários e escolho onde trabalho".
Pelo meio uns prints do dito chat, onde dão um sneak peek das dicas que deram e como atingiram a meta, e caem mais um cromos. Este menino em questão pelos vistos até palestras pagas já deu, palestras a encher chouriços com frases de mindset e no final toma lá um esquema em pirâmide maravilhoso que vai mudar a tua vida.
E lá cai na esparrela quem já pouco tem, depois de lhes encherem os ouvidos com "desculpa: não tenho dinheiro, não posso empreender. Motivação: não tenho dinheiro, preciso de empreender." entre outras acusações ao que eles chamam mentalidade de pobre.
Claro que o mercado FOREX existe e é um dos maiores do mundo, no entanto não é nestas pequenas trades que está o dinheiro (embora eles prometam lucros na ordem dos 5% a 8% lol), e sim nas inscrições de mais "empreendedores".
Pelos vistos a dita empresa por trás disto é a KUVERA (antiga wealth generators), que oferece a dita "consultoria financeira", fundada nos EUA (Utah), que entretanto cresceu para o México, mercado espanhol e agora chegou a Portugal.
O que me espanta neste antigo colega meu é que é uma pessoa com estudos superiores, que mais tarde ingressou num dos ramos das forças armadas portuguesas para trabalhar na sua área de estudos, e mesmo assim caiu na esparrela (isso ou sabe muito bem no que se está a meter e acredita que consegue enganar uns quantos de modo a também ele subir na pirâmide)... realmente há pessoas que ficam deslumbradas com as fotos e vídeos que publicam.
Ai a magia das redes sociais...
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2019.01.25 09:11 williambotter Equipe de resgate desce 73 metros abaixo da terra em busca de menino espanhol desaparecido

Equipe de resgate desce 73 metros abaixo da terra em busca de menino espanhol desaparecido submitted by williambotter to brasilnoticias [link] [comments]


2018.07.11 23:48 andrelameirao [Opinião/Discussão] O Sporting a 11/07/2018

Boa noite sportinguistas.
Faço este post numa tentativa de desabafo e de dar a minha opinião, de forma a poder-se discutir limpidamente o Sporting.
Ponto 1:BdC
Nos últimos tempos este sub tem sido impossível. É downvotes de quem tem a opinião A contra downvotes de quem tem a opinião B. Este sub tornou-se num "Tu és cego, és brunista!" contra um "Tu és cego, és croquette!". Admito ter contribuído para isso com alguns comentários, mas nunca foi a minha intenção. E passo a explicar:
Sou adepto da obra que Bruno de Carvalho fez, confirmo. Mas isso é diferente de ser adepto do mesmo. Eu não sou brunista, ou lá como lhe chamam. Eu sou adepto de um pavilhão lindo que me enche de orgulho. Sou adepto de vencer tudo o que é modalidades. Sou adepto de ter um canal de televisão (que ainda tem um longo caminho pela frente, como é óbvio). Sou adepto de ter cada vez mais e mais sócios e estádios cada vez mais e mais cheios. Sou especialmente adepto de sentir que o meu Sporting se rege pelos valores que sempre me transmitiu e que tem a coragem e honra de apontar tudo o que é sujidade no desporto.
E acredito que quase todos aqui reconhecem que BdC trouxe isso ao Sporting. Por isso e SÓ por isso sou adepto da sua obra. Não vamos confundir isso com ser-se apoiante cego de uma pessoa. Não me interessa quem é o presidente do Sporting. Se é o Bruno, o Varandas, o Zé ou o Fernando desde que mantenha no Sporting uma linha evolutiva e a defesa máxima dos seus valores, simples.
Da mesma forma não se pode confundir aqueles que simplesmente querem mudar o rumo da gestão que o clube leva com aqueles que simplesmente odeiam BdC. Tudo isto são coisas diferentes. Pelo menos, aos meus olhos, pode-se gostar do trabalho de BdC sem se ser fanático pelo mesmo da mesma forma que se pode querer mandar BdC embora e continuar a querer-se um Sporting forte, independente e acima de tudo digno.
Ponto 2: As rescisões
Estas últimas semanas têm sido caóticas. Para além disso têm sido dolorosas e injustas para com os sportinguistas. E o ponto que mais terá contribuído passe pelo caso das rescisões. Um aparte muito importante: não misturem apoio ao BdC com repúdia pelos atletas que rescindiram. Acreditem ou não pode-se odiar BdC e ao mesmo tempo ser contra as rescisões, por isso distingam os dois assuntos.
Sou apologista do mote "Zero Ídolos". Ainda assim, todas as épocas dou por mim a vibrar especialmente com alguns jogadores. Seja a sua qualidade técnica, seja aquela vez que bateu no peito e gritou depois de um golo, seja aquela vez que chorou ou disse que amava o Sporting porque somos adeptos fantásticos, a verdade é que qualquer um acaba por se "apaixonar" por este ou aquele jogador. É mais forte do que nós que alinhamos o bater do coração a cada remate deles. Rui Patrício e Bruno Fernandes foram os meus "ídolos" nos últimos anos, cada um pelas suas razões. Para além deles admito que sempre tive um especial carinho por todos os meninos da formação. Tantas vezes insultei treinadores por não darem hipótese aos leões e irem buscar um cepo qualquer para o seu lugar. E isto tendo sempre na memória as facadas do Simão, do Quaresma, do Moutinho (e de outros espalhados pela nossa história). Mas sempre foi mais forte do que eu. Por isso mesmo é que este caso das rescisões me afeta MUITO mais do que a saída do Bruno ou a entrada de quem quer que seja.
A minha posição no caso das rescisões está formada: não aceitaria nenhum de volta e levaria os casos todos até às últimas consequências. Não é uma questão do valor que receberíamos, é uma questão de valores e de orgulho. E cada um dos que rescindiu destroçou-me o coração. Eu percebo quando dizem que preferem que entre agora X valor por um do que esperar e ver se ganhamos o dobro no TAS ou na FIFA, percebo quando dizem que eles devem ter passado momentos horríveis. Mas não consigo aceitar a posição dos jogadores ao longo de todo o processo. Não consigo aceitar que tudo foi inocente, que é normal só os jogadores com mercado tenham ido com isto em frente, não consigo aceitar que nenhum se tenha dignado a dirigir palavras aos adeptos (no momento, não é agora) que dão o que têm e não têm para correr o mundo atrás deles, não consigo aceitar que não se pudesse resolver isto de outra forma, que não conseguissem sair de outra forma, não consigo. E tenho direito a isso. A minha opinião neste caso é simples e até novos factos não mudará, não vale a pena debate-la mais pois creio que está bastante bem explicada, concordem ou não. Finalizando, três pontos: - Os jogadores que conseguirem vender por um preço justo, que sejam vendidos (APENAS e SÓ porque há muita coisa para lidar ao mesmo tempo); - Os jogadores que já assinaram contratos ou que assinarem contratos à rebelia do Sporting que vejam o seu caso levado até à exaustão nas entidades competentes; - Os jogadores que regressarem que não recebam nem mais um cêntimo do que recebiam, que não recebam qualquer prémio e que sejam vendidos assim que uma boa proposta aparecer. Desejo ainda que nenhum dos regressados seja especialmente acarinhado pelos adeptos, independentemente da sua valia técnica.
Ponto 3: Comissão de Gestão & Sousa Cintra
Em 1º lugar quero sublinhar que não reconheço no Sousa Cintra capacidade para o papel que hoje ocupa (e repito: HOJE), por isso quero acreditar que está rodeado de muita gente mais competente.
Vou resumir o melhor possível a minha opinião neste ponto:
Ponto 4: Eleições e o futuro
Sendo o mais sincero e conciso possível: Não me preocupa. Não acredito em mais Godinhos e Soares Francos. Acredito sinceramente que os sócios e adeptos do Sporting não vão permitir isso. Já vamos em 5 ou 6 candidatos. Tudo o que me importa são os seus planos de trabalho. Não me interessa se são simpáticos ou arrogantes, mansos ou mais expressivos. Não me interessa se são populistas ou elitistas. Não me interessa nada disso. Tudo o que a mim me interessa é o que vão fazer no Sporting. É isso que eu quero ver, ler e analisar. Quero pessoas capazes, profissionais e com vontade de trabalhar. Quero pessoas que recebam salário para que a sua vida profissional passe só e exclusivamente pelo Sporting. Quero alguém que tenha uma estratégia pensada, delineada e pronta para por em prática. E depois logo vemos se eram promessas vazias ou se o cargo está bem entregue.
Já me alonguei demais, provavelmente ninguém irá ler este testamento. Ou então serei corrido a downvotes até ao abismo simplesmente porque algumas pessoas discordam da minha opinião. Repito: isto é a minha opinião, é um desabafo. E espero que contribua para discussões saudáveis sobre qualquer dos pontos enumerados ou qualquer outro.
A todos vós desejo que possam sorrir muitas vezes graças ao nosso Sporting. Que o que a gente quer é alegrias. Abraço e SL.
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2017.11.29 20:20 tombombadil_uk Today I fucked up: a estranha sensação de reencontrar um amor do passado 12 anos depois / Parte 3

Galera, finalmente postando a última parte da saga. Depois de pensar para caralho, resolvi falar com ela pelo Facebook e marcamos de nos encontrar num café pertinho da praça onde nos esbarramos. Para quem não conhece a história desde o começo:
Parte 1 - TL/DR: sou casado, reencontrei uma garota por quem eu era apaixonado há 12 anos e só nesse reencontro eu percebi como eu fui um imbecil com ela. Em resumo, nós éramos grandes amigos, eu fiquei com medo de me declarar, meti o pé do curso de inglês que fazíamos sem dar nenhuma explicação e desapareci completamente da vida dela.
Parte 2 - TL/DR: comecei a me perguntar se aquela garota que eu reencontrei realmente era ela, já que ela parecia tão mais velha. Depois de dezenas de tentativas, achei ela no Facebook e sim, realmente era ela. Descobri que um amigo meu já tinha saído com uma prima dela há muito tempo e soube que ela teve uma vida bem escrota, foi abandonada por um marido meio babaca e agora basicamente vivia só pelo filho na casa dos pais.
Parte 3 - Taí. Nos reencontramos. Foi uma experiência que eu não sei classificar. Foi feliz, foi triste. Foi amargo, foi doce. Foi impressionante. A gente chorou um pouco junto. Escrevi um pouco ontem à noite e terminei hoje de manhã.
Só queria agradecer a todos os conselhos e dicas que recebi aqui. Reencontrar alguém do passado é uma coisa que mexe muito com a gente, faz com que nosso coração se sinta naquela época novamente. Essas quase três semanas foram muito estranhas. Foi quase uma viagem no tempo por coisas que eu achava já ter esquecido completamente. Infelizmente não posso dividir muito disso com amigos próximos, então fica aqui o desabafo.
Esse último ficou mais longo do que eu esperava. Honestamente, a gente conversou tanto que acho que resumi até demais. Como da primeira vez, fiz em formato de conto. Novamente, obrigado a todo mundo que deu um help nessa história, que finalmente se fechou.
Era um café bonito. Novo da região, era um daqueles negócios em que você vê o coração de um sonho do dono. As mesas rústicas de madeira, as lâmpadas suspensas que desciam do teto em fios de prata, como teias de aranha tecidas por vagalumes. O quadro negro cuidadosamente preenchido com os preços e até desenhos estilizados de alguns pratos. No fundo, um jazz instrumental marcava presença de forma tênue. Também era um daqueles negócios que você sabe que não vai durar muito. Que você bate o olho e pensa: “com essa crise, é melhor eu dar um pulo lá antes que feche”.
Eu presto atenção a cada detalhe ao meu redor. À roupa preta das atendentes, ao supermercado do outro lado da rua que vejo pela vitrine. Aos clientes que entram e saem de uma loja das Casas Pedro. Eu não quero esquecer de absolutamente nada. Era um ritual meu que fiz pela primeira vez aos 14 anos. Sempre tive boa memória, mas naquela época eu me esforcei para colocá-la inteiramente em ação. Era um verão e eu estava prestes a reencontrar uma prima que, anos atrás, fora minha primeira paixão. Ela nos visitava de anos em anos e, três anos após trocarmos beijos juvenis debaixo do cobertor, ela havia acabado de chegar à casa dos meus avós, onde se hospedaria.
Naquela noite, eu não consegui dormir. Por volta das 4h da manhã, peguei meu cachorro e caminhei 15 minutos em meio à madrugada até a casa da minha avó. Não, não fui fazer nenhuma surpresa matinal ou pular a janela em segredo. Eu apenas fiquei do outro lado da rua e observei tudo ao meu redor. “Eu vou lembrar desse reencontro para o resto da minha vida”, pensei, do alto dos meus 14 anos. “Eu quero lembrar de cada detalhe”.
E até hoje eu lembro. Da rua cujo chão estava sendo asfaltado, mas onde metade da pista ainda exibia os bons e velhos paralelepípedos. Das plantas da minha avó balançando ao vento, o som singelo dos sinos que ela mantinha na varanda e davam àquilo tudo um clima quase de sonho. Do meu cachorro, fiel companheiro que viria a morrer dois anos depois, sentado ao meu lado com metade da língua para fora. Do frescor da madrugada que precedia o calor inclemente das manhãs do verão carioca.
Mas não é dessa memória - e nem dessa paixão - que eu falo no momento. Eu falo dela. Dela, que eu reencontrei depois de tanto tempo. Que eu julgava já ter esquecido. Que, apenas mais de dez anos depois, eu percebi que tinha sido um babaca ao desaparecer sem qualquer despedida. Mesmo que ela jamais tivesse segundas intenções comigo, mesmo que fosse apenas uma boa amiga, eu havia errado. E aquela era o dia de colocar aquilo, e talvez mais, a limpo.
Foram três semanas de tortura comigo mesmo. Desde que achara seu perfil no Facebook e ouvira de um amigo em comum notícias de uma vida triste, seu rosto não me saía da cabeça. Ao menos uma vez por dia, eu pagava uma visita ao seu perfil e mirava aqueles olhos. As fotos, quase todas ao lado da mãe e do filho pequeno, tinham um sorriso fugaz encimado por olhos dúbios, tristes. Eles lembravam-me de mim mesmo. “Você tem um olhar de filhote de cachorro triste, por isso consegue tudo que quer”. “Você parece feliz, mas sempre que para de falar por um tempo, parece ter uns olhos tão tristes”. “Essa cara de pobre-coitado-menino-sofredor é foda de resistir, dá vontade de levar para casa e dar um banho”. Eu já havia perdido a conta de quantas vezes ouvira aquilo das minhas ex-namoradas e ficantes da faculdade. Os dela não eram muito diferentes. Quando ela finalmente apareceu, com sete minutos de atraso, eu pude perceber.
Meu coração parou por uma fração de segundo e depois disparou, como se os sineiros de todas as catedrais que haviam dentro de mim tivessem enlouquecido. Era engraçado como algumas pessoas passavam vidas inteiras sem mudar o jeito de se vestir. Ela ainda parecia com aqueles sábados em que nós nos encontrávamos no curso de inglês: os tênis All-Star, a calça jeans clara, uma camiseta simples - de alcinha, branca e com corações negros estampados - e o cabelo com rigorosamente o mesmo corte. “Talvez por isso que foi tão fácil reconhecê-la, mesmo depois de todo esse tempo”, pensei. Ou talvez eu reconhecesse aquele rosto e aqueles olhos - antes tão vivos e alegres - em qualquer lugar. Eu jamais saberia.
Como qualquer par de amigos que não se vê há milênios, falamos de amenidades no começo. Casei, separei. Sou funcionária pública, ela dizia. O relato do meu amigo, eu descobria agora, não estava perfeitamente certo. Ela não havia se demitido do trabalho, apenas se licenciado por algum tempo. “Fui diagnosticada com depressão”, ela admite, sem muitas delongas ou o constrangimento que tanta gente tem sobre o tema. “Meu casamento estava indo muito mal e eu desabei. Mas agora tá tudo bem”. Não estava, não era necessário ser um especialista para notar aquela tristeza escondida no canto do olhar.
Falei da minha vida para ela também. Contei que a minha ex-namorada que ela conheceu não deu certo e que, naquela época de fim da adolescência e início da vida adulta, eu tinha muita vergonha de falar sobre o que eu passava. Ela praticava gaslighting comigo, tinha crises de ciúme incontroláveis, me fazia sentir um crápula por coisas que eu sequer havia feito. “Você parecia tão feliz com ela”. “Eu finjo bem”, admiti. “E eu tinha vergonha de mostrar para os outros o que passava. Homem dizendo que a mulher é abusiva? Eu não queria que ninguém soubesse”.
Após quase meia hora de amenidades, eu exponho o elefante na sala de estar. Na verdade, quem começa é ela. Quando a adicionei no Facebook, falei que tinha esbarrado com ela na rua e que ficara com vergonha de cumprimentá-la na hora. Mas que queria muito revê-la depois de tanto tempo, tomar um café, falar sobre a vida. “Por que você sumiu?”, ela pergunta, no meio de um daqueles silêncios que duram mais do que deveriam. Eu tremi por dentro, mas não havia como continuar escondendo.
No começo, falei o básico. Que era de família humilde, como ela bem lembrava, e que o parente que pagava meu curso havia descoberto um câncer. Poucos meses depois, eu perdi meu emprego. Tudo isso num intervalo curto, de três ou quatro meses e perto da virada do ano. “Me ligaram do curso e ofereceram um desconto. Eu era pobre, mas sempre fui orgulhoso. Naquela época, era mais ainda. Burrice minha. Se bobear, eles iam acabar me oferecendo uma bolsa”. “Eles iam”, ela responde. “O Francisco - dono do curso - era maluco por você. Você era um ótimo aluno”. Ela dá um gole no mate que pediu. Meu café esfria ao meu lado. “Mas por quê você não falou nada comigo?”, ela continua.
Eu sabia que estava num daqueles momentos em que poderia mudar radicalmente o dia. Porque eu poderia ter mentido. “Eu não falei porque fiquei com vergonha de ter perdido o emprego”. “Eu não falei porque eu estava muito triste: parente próximo com câncer, desempregado, meu relacionamento com uma pessoa abusiva”. Eram mentiras com um pouco de verdade, mas não revelavam o grande problema. Naquele fim de tarde, eu escolhi não mentir. Nem me esconder. E eu já tinha ensaiado essas palavras dezenas de vezes nas últimas semanas.
“Olha, eu não sei se dava para reparar na época ou não. Não sei era muito óbvio, sinceramente. Mas eu era completamente apaixonado por você naquele tempo. Eu passava a semana inteira pensando no dia em que a gente ia se encontrar, trocar uma ideia no curso, caminhar junto até a sua casa. E eu tinha uma vergonha absurda disso. Eu tinha namorada, você tinha namorado e estava para se casar. Então eu achava errado expor aquilo, ser claro. E eu achava que você não gostava de mim. Eu tinha auto-estima muito baixa e esse relacionamento com essa ex-namorada abusiva só piorou as coisas. Eu me sentia um lixo, então achava que você não ia ligar se eu sumisse. Que ninguém ia ligar se eu sumisse. E foi o que eu fiz. Mas, se você quer uma versão curta da resposta, é essa: eu era completamente apaixonado por você naquela época e quis sumir, sair correndo”.
Enquanto eu falava aquilo tudo, a boca dela se abriu em alguns momentos. Às vezes parecia surpresa, às vezes parecia que ela tentaria falar alguma coisa que se perdia no caminho. Eu fazia esforço para olhá-la nos olhos, mas era difícil. Mesmo depois de todos esses anos. Tentei dar a entender com o tom de cada palavra que aquilo era uma coisa do passado, que não me incomodava mais, que agora eu queria apenas revê-la e saber como andava a vida.
O desabafo foi seguido de um silêncio que tornava-se mais pesado a cada segundo. Havia alguma coisa fervendo dentro dela, dava para ver. Foi aí que os olhos dela brilharam mais do deveriam, lacrimejando. Quando vejo aquilo, sinto que o mesmo vai acontecer comigo, mas me seguro. Ela vira o rosto e olha para além da vitrine, onde um ponto de ônibus está lotado com os clientes do supermercado e estudantes recém-saídos de suas escolas, o trânsito lento e infernal. A acústica é tão boa no bar que o caos de fim de tarde do outro lado do vidro parece uma televisão ligada no mudo. Quando ela me olha de volta, vejo que ela não faz qualquer esforço para esconder os olhos marejados.
“E você nunca me contou nada? Nem pensou em me contar?”.
Eu não sei quantos de vocês já ficaram sem notícias de um parente ou de alguém que você ama por muitos anos. Aconteceu comigo uma vez, com uma tia que desapareceu por quase 10 anos no exterior e reapareceu após ser mantida em cárcere privado por um namorado obsessivo. A sensação é estranha. É como descobrir que um livro que você tinha dado como encerrado tinha uma continuação secreta. As memórias de hoje se misturavam com as de 12 anos atrás, da última vez que li esse livro. Ela começou a contar tudo.
Ela, como eu já disse antes, era o meu ideal de felicidade. Casara cedo, tivera filho cedo, empregara-se no serviço público cedo. Era tudo com o que eu sonhava. Eu sempre quis constituir uma família, ter uma vida simples, ter um filho cedo para poder aproveitá-lo ao máximo. Mas a falta de dinheiro e a busca por uma parceira ideal sempre ficaram no caminho, assim como a carreira. O problema é que ela tinha uma vida muito diferente do que eu imaginava, muito mais parecida com a minha à época.
Acho que já deixei claro o quanto eu era apaixonado por ela no passado. Ela não era bonita nem feia, tinha o tipo de rosto que se perde na multidão sem ser notado. Filha de pai negro e mãe branca, era morena e tinha o cabelo liso levemente ondulado, quase até a cintura. Quando éramos adolescentes, ninguém a elegeria a mais bela da turma, mas dificilmente negariam que tinha seu charme. Eu a achava linda.
Mas ela, como eu, era o tipo de pessoa que tinha a auto-estima no fundo do poço. Como eu, também cresceu em um lar bem humilde. Também colecionou desilusões amorosas. E, como todo mundo já sabe, isso te transforma em um alvo perfeito para relacionamentos abusivos. O namorado dela, assim como a minha namorada à época, era muito bonito e manipulador. E ela achava que ele era a única pessoa que gostava dela, o único que lhe daria atenção. E isso fez com que, por anos, ela suportasse tudo que aconteceu entre eles. Traições, brigas, mentiras, chantagens, ameaças de abandono, ciúmes doentios. A história deles dois era tão parecida com a minha história com minha primeira namorada que eu fiquei assustado. Só que, diferente de nós, eles casaram. Eles colocaram um filho no mundo.
Ele só piorou com o nascimento da criança. Ele não era mau com o filho, ela dizia. Era um pai carinhoso, inclusive. Mas o pouco amor e bondade que ele tinha por ela transferiu-se todo para a criança. Vivia para o trabalho, para o filho e para os amigos.
“A gente chegou a ficar sem se falar por meses”.
“Morando na mesma casa e sem se falar?”.
“Sim. Nem bom dia. Nada. Eu me sentia um fantasma”.
Na contramão dele, ela dobrava-se para dentro de si própria. Abandonou a faculdade para cuidar do filho enquanto o marido formou-se com seu apoio fiel. Vivia para o filho e tinha seus problemas conjugais menosprezados pela família. “É coisa de garoto, ele vai melhorar”. “Homem quando acaba de ter filho é sempre assim”. “Vai passar”. Mas não passou, só piorou. As traições recorrentes evoluíram para uma equação desequilibrada de álcool e uma amante fixa no trabalho que ele sequer fazia questão de esconder. Ele anunciou que ia deixá-la, convenceu-a de que era um bom negócio vender o apartamento que eles haviam comprado. Racharam o dinheiro e ele foi viver a vida. Ela voltou a morar com a mãe, agora viúva.
O filho, nitidamente a coisa mais importante daquela mulher, tornou-se a única razão para viver. A pensão que a mãe recebia era baixa, o salário dela também não era bom. A pensão que o marido dava ajudava a manter uma vida extremamente funcional e sem luxos. As roupas eram das lojas mais baratas. Viagens não existiam. O único gasto relativamente alto era com uma escola particular de qualidade para o filho. O resto era sempre no básico.
Contei para ela sobre o meu sonho de casar cedo, de ter uma vida tranquila e estável. Falei que eu admirava muito a vida que ela escolheu no começo, que era a vida que eu queria ter vivido. A grama realmente é mais verde no jardim do vizinho, ao que parece.
“Mas a sua vida parecia tão tranquila, tão perfeita”.
“A minha?”.
“A sua namorada naquela época era uma menina tão bonita, eu lembro dela. Loira, bonita de corpo. Até lembro que ela fazia medicina e ainda era dançarina. Eu achava ela linda, perfeita. E você… você era sempre tão fofinho. Carinhoso e atencioso com todo mundo. Inteligente pra caralho, nem estudava e tinha as notas mais altas em tudo. Todo mundo gostava de você, todo mundo queria ser seu amigo e você nem se esforçava para isso”.
“Eu não lembro disso…”.
“Porque você não se achava bom. Você tinha 16, 17 anos e sentava para conversar de igual para igual sobre cinema e livro com uns professores de 40 e poucos anos. Você parecia fluente conversando com os professores em inglês e espanhol enquanto a gente tentava chegar perto disso. Passou no vestibular de primeira. Você não percebia, mas você era o queridinho de todo mundo. Você não era o garoto malhado bonitão, você era o garoto charmosinho e inteligente que todo mundo gostava. Eu gostava de você também. Gostava mesmo, de verdade. Eu tinha uma paixãozinha por você. Mas eu achava que eu não tinha a menor chance. Eu achava que eu merecia o meu namorado. Que eu era feia, ruim. Que ele estava certo em me falar aquelas coisas”.
“Eu era completamente apaixonado por você”, eu respondo. “Eu pensava em você todo dia”.
Engraçado como as pessoas se veem de maneira tão diferente. Eu me definia de três formas quando a conheci: eu sou gordo, eu sou feio, eu moro num dos bairros mais pobres e violentos da cidade. No dia seguinte, de manhã, eu olharia minhas fotos de 12, 14 anos atrás e me surpreenderia com quem eu via ali. Eu era bonito, só um pouco acima do peso. Com 16 anos, eu já era o barbado da turma antes de barba ser coisa hipster. Na foto do colégio, uma das últimas do terceiro ano, eu parecia tão dono de mim, tão no controle. Eu tinha aquela cara de inteligente e rebelde. Por dentro, eu era completamente diferente. Inseguro, assustado, sem auto-estima alguma e com uma namorada abusiva.
São sete e meia e a noite já começa a cair no horário de verão. Educadamente, uma das atendentes nos indica que a galeria onde o café funciona vai ser fechada em breve. Eu pago a conta e nós ficamos meio perdidos, sem saber o que fazer. Ela ainda tem os olhos inchados, eu também. Os funcionários da loja nos olham de forma surpreendentemente carinhosa, não sei o quanto eles escutaram do desabafo.
Saímos em silêncio do café, ela atendeu a uma ligação da mãe. Minha esposa estava fora do estado e só voltaria dali a alguns dias, então eu estava bem relaxado em relação às horas.
“Não sei se você precisa voltar para a casa por causa do Hugo, mas tem um bar aqui perto que é bem vazio a essa hora. A gente pode sentar pra conversar”, eu digo.
“A gente tem mais coisa para conversar?”. Ela pergunta sorrindo, não vejo nenhum traço de mágoa no seu rosto.
“Claro que tem. Doze anos não se resolvem em duas horas”.
Fomos para um bar pequeno ali perto, um que eu costumava frequentar nos tempos de faculdade. Nos tempos em que eu pensava nela e não me achava capaz de tê-la. Ele pouco havia mudado de 12 anos para cá: a mesma atmosfera que fazia dele aconchegante e levemente depressivo ao mesmo tempo. Era um bar das antigas, com azulejos portugueses azuis e poucos frequentadores. O atendimento era excelente e o preço razoável para a região, mas aquela estética de 40 anos atrás parecia espantar os frequentadores mais jovens. Os poucos que iam lá, no entanto, eram fiéis. Como eu fui no passado.
Nos sentamos no fundo do bar vazio em plena terça-feira e desnudamos nossas vidas um para o outro. “Eu quero saber quem você é”, eu comecei. “A gente falava sobre um monte de coisa, mas eu não sei nada sobre você. Sobre sua família. Sobre sua infância, quem você é. E você não sabe nada sobre mim”. Ela riu. “Você é maluco”. “Não, só quero te conhecer melhor. Compensar por ter sido um babaca há doze anos”.
A conversa foi agridoce. O que mais me assustava era como tínhamos origens semelhantes, desde a família até a criação. Os dois criados no subúrbio do Rio de Janeiro, os dois de famílias humildes que, por conta da pobreza e da necessidade de contar uns com os outros, permaneciam unidas. Primos de terceiro ou quarto grau criados próximos, filhos que casavam e formavam suas famílias nas casas dos pais. Assim como a minha família, a dela investiu tudo que tinha para que ela estudasse em um colégio particular até que eventualmente ela passou para uma escola pública de elite.
Nossas duas famílias tinham essa estranha tradição carioca que mistura catolicismo, umbanda e espiritismo, um sincretismo religioso que eu, como ateu, tenho dificuldade em entender - mesmo tendo crescido nesse meio. Assim como eu, achava-se feia, indesejada na adolescência. Isso fez com que rapidamente trocasse o mundo cor de rosa pelo rock e pelos livros. No meu caso, eu acrescentaria videogames e RPG, mas o resto não mudava muito.
“Na minha escola, tinha muita patricinha, muito playboy. Eu não aguentava eles. E eles sabiam que eu era pobre, então não se misturavam muito comigo”. Contei a minha versão para ela. “Eu gostava de ler, RPG e jogar videogame. Mas eu era muito pobre, fodido mesmo. E isso tudo era coisa de gente com grana na época, né? Então eu acabei ficando amigo dos nerds na época por conta dos gostos comuns. Eu tive sorte, demoraram a perceber que eu era pobre. Eu tenho toda a pinta de gente com grana, essa cara de europeu que engana. Quando perceberam que eu era duro, foi só no segundo grau. Ali eu já era um pouco mais cascudo, tinha bons amigos”. Ela não.
Era tudo tão igual que, em dado momento, eu parei de falar que havia sido igualzinho comigo. Eu esperava ela terminar a parte dela. Falava a minha. E intercalávamos nossas histórias, os dois surpresos com as semelhanças. Provavelmente a grande diferença era a vida dela após ter o filho e abandonar a faculdade. Ela trabalhava em uma repartição pública onde tinha 20 anos a menos do que a segunda funcionária mais nova, se afastou dos amigos. Era estranho conversar com ela. Não usava redes sociais praticamente, apenas para trocar mensagens com parentes distantes e mostrar fotos do filho para eles. Não via séries, não tinha Netflix - só novelas. Não conhecia bandas novas, não era muito de ir ao cinema. Era uma sensação estranha, mas parecia que boa parte da vida dela tinha parado em 2006 ou 2005. Os hábitos dela e poucos hobbies pareciam os de uma pessoa de 50 e poucos anos.
Me doeu imaginar o que poderia ter sido, o que poderíamos ter feito juntos, como poderíamos ter sido bons um para o outro. Pensei na minha esposa, que tem um perfil familiar radicalmente diferente do meu. Ela vem de uma família de classe alta, só com engenheiros e funcionários públicos de elite. O mundo dela era muito diferente do meu, tão diferente que às vezes me assustava. Famílias que não se falavam e que, mesmo endinheiradas, brigavam por herança e cortavam laços de vida por conta de bens que eles não precisavam. Todos católicos ou evangélicos, sem exceção. No máximo um ou outro ateu escondido no armário, como eu.
Essa diferença nos causava estranhezas, pontos de atrito que me surpreendiam. Quando eu elogiava a decoração de uma festa, ela falava do preço e da empresa que a produziu. Ela sentia uma obrigação social em aparecer em eventos familiares ou do círculo social deles, de ser e parecer uma boa esposa. Eu só queria estar onde eu estava afim e quando eu estivesse afim, nunca vi a família como uma obrigação social. Eles discutiam herança entre irmãos com os pais bem vivos, nós nos preocupávamos em fazer companhia à minha mãe quando meu pai morreu. Já era meio subentendido que abriríamos mão de qualquer coisa e deixaríamos tudo para minha mãe, tendo direito ou não.
Havia uma preocupação com patrimônio, normais sociais e aparências que, por muitas vezes, me assustavam. Muitas vezes ela parecia desgastada ou enojada com isso também, mas fazia porque alguém na família tinha que fazer, porque era tradição, porque sempre foi assim. Eu assistia àquilo atônito, impressionado como uma família tão numerosa quanto a minha - com literalmente dezenas de primos e tios até de terceiro grau que moravam em um mesmo bairro - era tão mais simples e unida do que uma dúzia de endinheirados que pareciam brigar por coisas fúteis.
Ela, que estava ali do meu lado, não. Tudo que ela me contava soava como uma cópia fiel da minha família, apenas em escala ligeiramente menor. Pensei em como as coisas seriam simples ao lado dela, despreocupadas, tranqulas. Que eu não passaria a vida sendo julgado pela família da minha companheira como o ex-pobre com pinta de hipster que conseguiu ganhar algum dinheiro, mas não tem muita classe nem é muito cristão, como nos últimos anos.
As palavras que saíram da boca dela depois de uns dois ou três copos de cerveja poderiam muito bem ter sido lidas do meu pensamento. “Você acha que a gente teria sido um bom casal? Que a gente ia se dar bem?”.
“Não tem como saber”, eu respondi. “Mas a gente pode imaginar”. E a gente começou a brincadeira mais dolorosa da noite, imaginando como seria se tivéssemos ficado juntos 12 anos atrás.
“Eu jogava videogame para caralho, você ia se irritar. E eu ia te pentelhar para jogar comigo”, eu comecei.
“Eu gostava de videogame, só não jogava muito. Eu ia te arrastar para show da Avril Lavigne e da Pitty, você não ia gostar”.
Eu sorri. “Eu não tenho nada contra as duas”.
“Britney e Justin Timberlake também”.
“Porra, aí você já tá forçando a barra, amor tem limite”.
Falamos sobre meus primeiros estágios, sobre como eu era maluco e fazia dois estágios e faculdade ao mesmo tempo. Saía de casa às cinco da manhã e voltava às onze da noite. Tudo para conseguir ter uma grana legal, já que na minha área os estágios eram ridiculamente baixos. Ela falava sobre a rotina de estudos para concurso, sobre como foi difícil conciliar a faculdade - que ela eventualmente abandonou por causa do filho - com o recém-conquistado emprego público. Eu falava do meu início de carreira, que foi bem melhor do que eu jamais imaginara, como subi rapidamente. Como eu achava estranho ganhar a grana que eu ganhava - que não era nada extravagante, garanto - mas meus hábitos simples faziam com que eu mal gastasse metade do salário. Ela falava da depressão que tomou conta dela ao perceber que estava num emprego extremamente burocrático e ineficaz, deixando-a incapaz de buscar outras alternativas. Falamos sobre a morte dos nossos pais, que parecem ter conspirado para falecer no mesmo ano.
Em algum momento, a cabeça dela repousou no meu ombro. Eu não soube o que fazer. Pensava apenas na minha esposa, em jamais ter traído ela nem nenhuma outra mulher. Foi aí que eu percebi que ela chorava e, novamente, eu chorei também.
“É engraçado a gente ter saudade de algo que a gente não teve”, eu disse, lembrando de um livro que eu li há muito tempo.
“Acho que a gente seria um casal do caralho”, ela disse, com um inesperado sorriso entre as lágrimas.
“Ou talvez a gente se detestasse e desse tudo errado, a gente nunca vai saber”.
“A gente nunca vai saber”, eu repeti, mentalmente. Como um vírus, a ideia se espalhou dentro de mim rapidamente. “Eu posso fazer uma diferença na vida dessa mulher, na vida do filho dela, na própria família dela. Eu posso ter uma vida mais tranquila ao lado dela, sem essas picuinhas de família rica. Minha esposa pode encontrar um homem muito melhor para ela. Um cara rico, cristão e que tenha a classe e pose que a família dela tanto quer. Isso pode acabar bem para todo mundo”.
Mas não podia. Lá no fundo, eu sabia que não podia. Eu tinha quase uma década de história com minha esposa. Eu tinha um casamento plenamente feliz atrapalhado por alguns poucos problemas familiares e inseguranças minhas. Tínhamos uma química ótima, gostos parecidos para livros e filmes, nos dávamos bem na cama. Valia a pena jogar aquele relacionamento tão bom e funcional - algo que me parece cada vez mais raro hoje em dia - por uma aventura fugaz? Um remorso do passado? Em um relacionamento com uma estranha que eu estava voltando a conhecer havia algumas horas?
“Você nem a conhece”, dizia a cabeça. “Ela é igual a você”, dizia o coração.
No fim das contas, eu segui a cabeça. Conversamos até quase dez da noite. Pegamos um Uber e fiz questão de deixá-la em casa, um prédio pequeno em um bairro abandonado do subúrbio. Quando o carro parou, ela se demorou um pouco do meu lado e, por impulso, eu segurei a mão dela. Ela me encarou assustada e ansiosa. Eu pensei em beijá-la, em ligar o foda-se e jogar tudo para o alto ali mesmo. Mas eu só desci do carro com ela na rua deserta e caminhamos juntos para dentro do prédio, sem saber exatamente o que a gente estava fazendo. Pedi para o motorista me esperar e disse que depois acertava uma compensação com ele.
“Eu vi o seu Facebook. Você é casado com uma mulher linda. E inteligente. Você não vai me trocar por ela. Nem eu quero acabar com o seu casamento”.
“Você acha ela linda e inteligente?”.
“Você sabe que ela é”.
E então eu desabafei. Falei que passei as últimas semanas reavaliando meu casamento e meu futuro, encarando a foto dela no Facebook de tempos em tempos. Que meu coração quase parou quando encontrei-a pela primeira vez. Que eu gostava de tudo nela. Da dedicação como mãe, da simplicidade, dessa aura de pessoa correta que ela exalava sem fazer esforço, desse espírito suburbano e familiar que ela tinha. Dos olhos dela, tão animados no passado e tão tristes agora. De como eu estava me segurando para não beijá-la naquele dia todo.
“Você é linda. Eu sei que você se acha feia, eu sei que você acha que ninguém vai se interessar por você. Mas você é uma mulher foda, e nem preciso subir para saber que você é uma mãe foda, uma filha foda. Não deixa a vida passar. Eu tenho certeza que tem mais gente que, igual a mim, já percebeu isso em você e não sabe como falar. Não faz de novo a mesma coisa que a gente fez lá atrás. Eu só queria que você soubesse disso porque eu acho que você merece ser muito mais feliz do que você é agora. E você não tem ideia de como você me deixou maluco esses dias todos. Eu sou bem casado com uma mulher linda sim, mas só de encontrar você eu tive vontade de jogar tudo para o alto”.
Foi um monólogo mais longo do que eu esperava. De novo, ela chorou. Dessa vez, eu contive as lágrimas. O abraço que partiu dela foi um dos melhores e mais tristes que já ganhei na minha vida. Havia ali uma história de amor não vivida, saudades de uma história que jamais colocamos no papel, de um mundo que nunca existiu. Ela me apertou forte e eu sentia minhas mãos tremerem.
Encostamos as laterais do rosto um do outro, aquele prenúncio de um beijo adiado. E que tive que usar todo auto-controle do mundo para manter adiado. Me afastei, olhei nos olhos dela, sorri e fui embora. Quando o Uber saiu, ela ainda estava parada na portaria e minhas mãos ainda tremiam.
Eu não sei se essa história acaba aqui ou não. Mas eu tenho quase certeza que sim. Algum dia eu vou contar tudo isso para a minha esposa, mas vou esperar esse sentimento morrer primeiro. Eu conheço ela o suficiente para saber que, em um bom momento, ela não ficaria triste com essa história. Eu até consigo imaginar a reação dela, repetindo a frase que ela me diz desde que a gente casou. “Eu te conheço. Você não vai me trair com alguma gostosona oferecida por aí. Se alguma coisa acontecer, você vai se apaixonar por alguém. Eu te conheço, você é romântico. Mas a gente se resolve”.
Quando cheguei na minha casa vazia, sentei e escrevi quase tudo isso de uma tacada só. Sem revisão, sem pensar muito. Eu acho que eu poderia escrever dezenas de páginas sobre os detalhes da conversa, mas isso aqui já está longo demais. Antes de dormir, eu vejo que tenho uma mensagem no Whatsapp.
“Foi muito bom encontrar você”.
Toda aquela tentação de falar algo mais grita dentro de mim, se debate.
“Foi bom te ver também :) “.
Por via das dúvidas, coloquei o celular em modo avião e suspirei. “Eu tô feliz ou triste?”, me perguntei. Parece uma pergunta simples e relativamente objetiva, mas eu não soube responder. Eu custei a dormir, com medo de sonhar com ela. Quando eu acordo no dia seguinte e me preparo para ir ao trabalho, a impressão que eu tenho é de que tudo foi um sonho. Vê-la, reencontrá-la, chorar, abraçá-la.
E, como quando a gente acorda de um sonho triste, eu volto a viver minha vida normal para esquecer. Hoje tem reunião com cliente. À noite, preciso pegar minha esposa no aeroporto.
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2017.09.13 02:44 GestorDoria AMigos, tenho que tirar essa do meu peito

Eu estava conversando com alguns amigos esses dias, aí do nada o papo virou sobre sexualidade. Eu estava meio bêbado, e eu queria contar uma história minha pra eles, mas aí o cagaço bateu demais, mas ela é muito antiga já, preciso falar isso com alguém. Espero que um público aletrado como o daqui possa entender a minha história, que me deixa meio confuso até hoje.
Prólogo
Lá na escola do meu ensino médio tinham vários banheiros, 2 em cada andar. Eram sujos, óbvio, mas enfim, só ambientando um pouco para vocês. Mas em épocas de eventos, como na nossa escola, só o do térreo era usado. Mas eu gosto de um pouco de privacidade, eu fui no primeiro andar. Enfim, era dia de um evento organizado pela escola, aluno, aluna, professor, diretora, até gente de fora.
Lá no banheiro do primeiro andar eu fui, dei minha mijadinha, tudo bem. Aí quando eu saio, eu percebo que lá no fundo do banheiro (onde tem só aquelas de mijar em pé) tinha um cara tirando foto de rato morto. Eu me aproximei, perguntei qual era a dele. Ele me explicou que tinha pego o celular de outra pessoa (um amigo meu) e que estava zoando e colocando coisa no celular dele. Aí eu falei, "tira a foto do meu pau então e coloca como wallpaper", dito e feito, ele tirou a foto do meu pau, que já tava duro com toda a situação. Mas um professor foi nesse maldito banheiro, ficou horrorizado com tudo aquilo e suspendeu os dois e devolveu o celular do meu amigo.
Capítulo Um
Um ano se passa. O professor escroto nem estava mais na escola, alguém suspeitou que ele estava dando em cima de uns meninos também, vai ver essa história foi o motivo de ele perder o emprego. Enfim, eu estava no segundo ano agora, mas eu ainda lembrava daquele evento... interessante, pra dizer o mínimo. Mas eu tinha medo de alguém descobrir, e o menino do celular descobriu minha sala e começou a me perseguir. Eu nem falava nada, eu só tentava escapar dele do jeito que dava. Mas um dia eu fiquei é tarado, queria ver se ele estava zoando comigo mesmo ou era viado. E ele não desistiu não, eu falava, "tem certeza?", e então fomos para a minha casa que não era muito longe dali.
Ele entrou em casa, só tinha eu e ele (minha mãe é secretária). Aí ele falou que estava zoando, não era viado não, mas que não era pra contar pra ninguém que ele foi, se não iam achar que ele era gay. Eu falei que tudo bem, fui gentil com ele e perguntei se ele queria algo. Ele só queria ir no banheiro, aí eu só avisei onde era e liguei meu computador Positivo na época. Ele volta do banheiro, e eu já estava baixando o patch do ragnarok. Ele falou "deixa eu usar aí o pc pra ver alguma coisa enquanto tu baixa ae" e eu decidi zoar com ele, "Só se você sentar no meu colo viado". Ele riu no começo, mas eu falei novamente, "só se você sentar no meu colo", com uma voz séria e gélida. E ele sentou no meu colo, e eu comecei a ter uma ereção incontrolável. Aí eu comecei a brincar com meus joelhos, ficava encoxar ele com o meu pau duro na bunda dele, a sensação era única e ele estava gostando. Pau vem, Pau vai, ele decide me perguntar se eu queria um boquete. Aí esse meu amigo, de feição mediterrânea, um pouco mais espanhol do que português, começou a descer no meu pau. Senti um vigor, algo novo, não era no nível nem das minhas melhores punhetas. Ele descia com a boca, e eu já estava até gemendo. Ele desceu por um minuto e eu já tirei a roupa, queria mais, a gente ia fazer sexo. Mandei ele tirar também e ficar de frente pra parede. Ele tirou as roupas, e foi aí que eu digo mediterrâneo espanhol, ele não tinha muito pêlo, mas aí ele ficou pelado, abriu entre os joelhos virou a cabeça fazendo um sinal de sim e eu comecei a meter. só que percebi que os gemidos eram de dor mesmo, perguntei na quarta punçada se estava tudo bem, ele falou que não. aí eu tirei meu pinto, e falei pra ele então ir em mim. Ele mandou eu deitar na cama e abrir bem as pernas que não ia doer muito, tudo bem. Ele ficou tipo 69 na cama. Ai eu vi aquele pau duro mediterrâneo em cima de mim... não rola. Fechei as pernas, tirei o pau dele e sai da cama. Ele me perguntou qual é, começou a me chamar de viado e eu mandei ele tomar no cu. Ele colocou as roupas super rápido, saiu me chamando um viado.
Epílogo
Até hoje eu me sinto um pouco confuso por toda essa experiência. Depois daquilo, eu nunca mais tive um encontro gay, fiquei hétero mesmo, tive lá uma namorada, mas não durou muito tempo. Hoje estou solteiro e tudo, sou malhadinho, tenho meu emprego de dev faz-tudo aqui na cidade mesmo, ganho bem, vou nas festas e tal. Mas eu fico pensando como eu iria reagir se um pinto roçasse contra meu corpo novamente. Iria eu sentir a mesma coisa que eu senti pelo meu amigo há mais de uma década? Eu não sei, talvez eu esteja pensando muito nisso. A verdade é, eu assisto pornô gay mesmo, mas é aquele no amor entre os dois, sem muito gemido, quase um amador. Eu não aguento os gemidos excessivos a não ser que seja amador, é muito fake, meu pau não aguenta tamanha falsidade.
CARALHO, MEU PEITO TÁ TÃO LIVRE AGORA <3 obrigado amigos e boa noite ;)
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Menino espanhol falando de Deus Menino espanhol cantando música de Natal Kiko, O Menino do Jornal - Mendigos Milionarios (Espanhol) Kiko, O Menino do Jornal - Uma Bomba na Pensão (Espanhol) Kiko, O Menino do Jornal - Roubos na Pensão (Espanhol) Kiko, O Menino do Jornal - A Fada Madrinha (Espanhol) menino falando em espanhol

Nomes de Meninos em Espanhol

  1. Menino espanhol falando de Deus
  2. Menino espanhol cantando música de Natal
  3. Kiko, O Menino do Jornal - Mendigos Milionarios (Espanhol)
  4. Kiko, O Menino do Jornal - Uma Bomba na Pensão (Espanhol)
  5. Kiko, O Menino do Jornal - Roubos na Pensão (Espanhol)
  6. Kiko, O Menino do Jornal - A Fada Madrinha (Espanhol)
  7. menino falando em espanhol

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